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SÃO PAULO – A pesquisa realizada pelo Instituto Sensus, a pedido da Confederação Nacional de Transportes (CNT), divulgada nesta terça-feira, dia 21 de outubro, trouxe a 65ª rodada da pesquisa de opinião pública nacional, realizada entre 15 e 17 de outubro de 2003. No total, foram entrevistadas 2.000 pessoas em cinco regiões do país, mais precisamente em 24 Estados e 195 municípios.
Avaliação política econômica, social e política
De acordo com o estudo, o Índice de Satisfação do Cidadão (ISC) está em 51,10 pontos na pesquisa, o que indica estabilidade para o índice, já que se manteve inalterado de acordo com a última pesquisa. Em outubro de 2002, o ISC estava em 49,40 pontos.
No que se refere ao temas conjunturais, a pesquisa indicou ainda que 46,7% dos entrevistados acreditam que a política econômica do governo Lula está sendo conduzida da forma adequada. Embora seja um percentual relativamente alto, em comparação com agosto de 2003 houve queda de 8,4 pontos percentuais.
Com relação aos que acreditam que o desenvolvimento na área social está no rumo certo, foi registrada uma queda de 6,5 pontos percentuais de agosto para outubro, ficando em 49,3%. Na área política um percentual menor, de 43,6%, acredita que a condução tem sido adequada. Em agosto, este percentual era 7,1 pontos percentuais maior.
Finalmente, em relação à avaliação da equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi registrada queda de 5,3 pontos percentuais entre os que avaliaram a equipe como sendo ótima. Na atual pesquisa, o índice é de 8,1%.
Enquanto na 64ª rodada da pesquisa, a maioria dos entrevistados dividia a avaliação da equipe de Lula entre boa e regular (34,5% nos dois casos), em outubro subiu para 39,7% no caso da avaliação regular e caiu para 32,6% na avaliação sendo como boa.
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Educação e empresa
Por último, em relação à questão da educação e emprego a maioria, 39% dos entrevistados avaliaram a qualidade de educação no país como regular, seguida de boa (31%), ruim (10,1%), péssima (10%) e ótima (7,7%).
Entre os entrevistados, 41,4% acreditam que o governo deve priorizar os investimentos em educação em cursos profissionalizantes, enquanto outros apostam em investimentos no ensino fundamental (23,4%), ensino médio (13,9%) e ensino superior (11,3%).
No quesito emprego, 43,5% dos entrevistados afirmaram que ter experiência é o mais importante para se conseguir um bom trabalho. O restante ficou dividido entre ter curso superior (27,1%), curso profissionalizante (16,1%) e pós-graduação (8,8%).