Plano B?

Pedro Parente entra como novo ‘outsider’ nas apostas para eleição presidencial

Conforme noticia o jornal Folha de S.Paulo, o executivo tem sido visto como um dos principais nomes capazes de agradar parte do PSDB, do governo, do mercado e da mídia

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SÃO PAULO – Em meio ao persistente vácuo na centro-direita reformista na corrida eleitoral, os nomes especulados para a disputa não param de crescer. Enquanto o presidente Michel Temer toma iniciativas para fortalecer seu capital político e participar mais ativamente da disputa por sua sucessão (ou até mesmo uma improvável reeleição), crescem as apostas por novos outsiders, sobretudo após o apresentador de televisão Luciano Huck reafirmar sua indisposição a participar do pleito. Principal nome hoje considerado em análises, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, segue com dificuldades para empolgar o eleitorado e ainda é alvo de resistência no núcleo duro da atual gestão no Palácio do Planalto.

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Conforme noticia o jornal Folha de S.Paulo, o emedebista admite, nos bastidores, apadrinhar um outsider, caso não viabilize seu próprio nome para uma disputa pela reeleição até maio, quando teria como meta uma aprovação de 15% do eleitorado. No plano B de Temer estariam empresários e executivos, na condição de estarem dispostos a defenderem abertamente as realizações de seu governo. No balcão de apostas, aparecem figuras como Flávio Rocha, presidente da Riachuelo, e Josué Gomes, filho de José Alencar.

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Contudo, outra figura que tem recebido maior destaque nas especulações eleitorais é o presidente da Petrobras, Pedro Parente. Apesar de já ter sido ministro da Casa Civil e do Planejamento nas gestões de Fernando Henrique Cardoso, o executivo é visto como perfil mais técnico.

Segundo a coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo, Parente tem sido visto como um dos principais nomes capazes de agradar parte do PSDB, do governo, do mercado e da mídia. Contudo, ainda é preciso alguma indicação de viabilidade eleitoral em termos de voto.