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Partidos políticos estão em xeque e renovação depende da sociedade, diz ex-assessor do governo FHC

Sob o risco da crescente descrença eleitoral e de uma “direita truculenta“, Fausto alerta que partidos políticos brasileiros precisam se abrir para novos movimentos cívicos

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SÃO PAULO – Em tempo que a população pede por mudanças na política, o UM BRASIL, parceiro de conteúdo do InfoMoney, entrevista um dos principais assessores do governo brasileiro entre 1995 e 2002, o cientista político Sergio Fausto. Atualmente ele é superintendente executivo da Fundação Fernando Henrique Cardoso.

Na conversa, ele fala sobre a crise das democracias representativas em um mundo marcado pelas aceleradas transformações tecnológicas. Sob o risco da crescente descrença eleitoral e de uma “direita truculenta”, Fausto alerta que partidos políticos brasileiros precisam se abrir para novos movimentos cívicos.

Segundo ele, os partidos no Brasil hoje não estão abertos à renovação, querem apenas mudanças superficiais. “Esse processo [de renovação] é uma briga”, afirma Fausto. Confira a entrevista:

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