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Participações no rádio e televisão trarão desempate entre Dilma e Serra, diz MCM

Equipe de consultores destaca que índices de rejeição e percentual de eleitores indecisos trazem margem para decidir liderança

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SÃO PAULO – Frente ao equilíbrio mostrado pelos dois principais candidatos na disputa pela presidência, evidente nas últimas pesquisas de intenção de voto, a MCM Consultoria prevê que os índices de rejeição e o percentual de eleitores totalmente decididos podem ser a chave para o desempate entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB).

A equipe destaca a importância dos programas no rádio e na televisão para a popularidade dos candidatos. Atualmente, segundo a MCM, mesmo com os dados a mão é impossível prever quem será o vencedor na corrida pela presidência. 

Fatores decisivos
Dilma leva vantagem quanto ao índice de rejeição e ao percentual de eleitores já decididos. Enquanto 26% dos eleitores não votariam em Serra, 19% não escolheriam a candidata. Além disso, 79% de seus eleitores dizem estar “totalmente decididos” enquanto 30% dos eleitores de seu opositor admitem mudar seu voto.

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Também importante é o fator Lula. Segundo o Datafolha, 42% dos eleitores apoiariam “com certeza” um candidato escolhido por Lula. No entanto, a proporção de eleitores que não votariam “de jeito nenhum” no candidato do presidente segue aumentando, de 21% em dezembro de 2009 para 28% em julho de 2010.

 

As pesquisas de intenção de voto mostram a polarização das candidaturas em linhas regionais. Dilma mantém o melhor desempenho no Nordeste e Centro-Oeste enquanto Serra lidera no Sul e Sudeste. Segundo o Datafolha, o Sudeste é o palco da disputa mais acirrada entre os candidatos, com Serra à frente em São Paulo e Dilma na liderança entre os cariocas. Em Minas, os oponentes estão em equilíbrio.

“Caso o empate persista até o início do horário eleitoral gratuito, o Brasil poderá ter a disputa presidencial mais competitiva da história”, afirma a MCM. Para a equipe de consultores, deve crescer o interesse dos eleitores em acompanhar programas no rádio e televisão, além dos debates. “Pode-se concluir que um candidato que se exima à participar poderá pagar um pesado custo em popularidade”, diz a MCM.