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Para Credit Suisse, reformas importantes são improváveis no próximo governo

Política social vai dominar debate eleitoral e capacidade de transferir votos será determinante, aposta banco

SÃO PAULO – O Credit Suisse divulgou nesta quinta-feira (3) relatório com as perspectivas para 2010. No cenário político, o banco de investimentos apontou que, mesmo com um novo governo, as chances de alguma reforma importante ser realizada continuam baixas.

Isso porque, caso haja uma eventual vitória da situação, a base atual de apoio no Congresso continuaria a ser a mesma. Em caso de vitória da oposição, as chances aumentam “ligeiramente” a probabilidade de aprovação, já que a alternância de lideranças na Câmara e no Senado poderia facilitar a aprovação da Reforma Tributária, por exemplo.

Política social

O banco também apontou o que devem ser as principais plataformas eleitorais para o próximo ano. Com os indicadores econômicos favoráveis à pré-candidata Dilma Rousseff, este deve ser um dos principais alicerces do discurso do governo.

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Já para o candidato da oposição – que deve ser ou Serra ou Aécio – a alternativa é defender a necessidade de avanços em diversas áreas, como os sistemas de saúde e de segurança. Isso porque a política macroeconômica, que vem dando certo, deve ficar para segundo plano nos embates eleitorais de 2010.

Transferência de votos

Outro tópico que mereceu destaque no relatório do Credit Suisse foi a popularidade do atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva. O banco acredita que a capacidade de transferir votos será determinante nas próximas eleições. Na disputa para o segundo turno, Dilma receberia 39% dos votos de eleitores que avaliam o governo atual como ótimo ou bom, o que representa cerca de 90% das intenções de voto na candidata.