Para 57% dos japoneses, governo deve priorizar ações contra crise e não eleições

Segundo pesquisa, maioria da população não acredita que eleições deveriam ser antecipadas

SÃO PAULO – Após a renúncia de Yasuo Fukuda ao cargo de primeiro-ministro, em setembro deste ano, e a escolha, de Taro Aso para assumir o seu lugar, os japoneses têm considerado a antecipação das eleições para a escolha de novos membros da Câmara Baixa e de um novo líder político.

Porém, segundo uma pesquisa da publicação japonesa Asahi Shimbun, com a crise financeira, a maioria dos japoneses acredita que a prioridade do governo não deve ser convocar novas eleições, mas sim, lidar com os problemas econômicos.

Prioridades

De acordo com o levantamento, apenas 33% dos japoneses acreditam que as eleições deveriam ser antecipadas, enquanto outros 57% afirmaram que a Câmara Baixa não deve ser dissolvida o mais cedo possível, para a realização de novas eleições.

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Os resultados foram o oposto do apresentado na pesquisa feita em setembro, logo após Taro Aso assumir o cargo de primeiro-ministro. Nessa época, 56% achavam que as eleições tinham que ser convocadas mais cedo, enquanto 33% não acreditavam que essa medida era necessária.