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Novo socorro

Pacheco: Vamos tentar compatibilizar programa social e teto de gastos

Segundo ele, proposta pode ser tanto de um incremento do Bolsa Família quanto um "programa análogo ao auxílio emergencial no ano passado"

Os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), se reúnem com os relatores das propostas de reforma tributária nas duas casas (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que o governo e o Congresso vão tentar, até o último minuto, compatibilizar o teto de gastos com a formatação de um programa social que dê assistência às famílias carentes durante a pandemia do novo coronavírus. “A pandemia não acabou, estamos num ápice trágico”, afirmou, em entrevista coletiva na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

O senador disse que a proposta pode ser tanto de um incremento do Bolsa Família quanto um “programa análogo ao auxílio emergencial no ano passado”. Ele destacou que o auxílio emergencial custou mais de R$ 300 bilhões no ano passado, mas foi necessário para socorrer a população. “Agora é necessário socorrer novamente, talvez não na mesma monta”, disse.

Pacheco disse que o Congresso deve apresentar nos próximos dias um “protocolo fiscal” que envolva uma pauta para garantir a higidez da economia. “Vamos buscar até o último momento compatibilizar o programa social com teto de gastos”, afirmou. Sobre a saúde, Pacheco disse que pretende analisar nos próximos dias se há requisitos para instalar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid.

Senadores protocolaram na última quarta-feira, 3, um pedido de abertura de uma CPI para investigar a atuação do governo federal no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. O documento reúne a assinatura de 30 parlamentares – o mínimo necessário para o pedido ser apresentado à Mesa são 27 apoios – e o autor do pedido é o líder da Rede, Randolfe Rodrigues (AP).

Cabe a Pacheco, como presidente do Senado, dar seguimento ao processo. Antes disso, no entanto, é possível que haja a retirada ou acréscimo de assinaturas dos parlamentares. Pacheco também pode arquivar o pedido.

O presidente do Senado destacou que a saúde é um dos temas prioritários em sua gestão, principalmente medidas para fornecimento de vacinas contra a covid-19. Ele mencionou que o Senado aprovou um convite para que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, preste esclarecimentos sobre a atuação do governo durante a pandemia, o que deve ocorrer nos próximos dias.