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Os 5 assuntos para ficar de olho antes de operar nesta segunda

A Operação Lava Jato, com os desdobramentos de novo chegando a Eduardo Cunha, deve seguir em destaque; anúncio do contingenciamento e agenda doméstica agitada também estão no radar

SÃO PAULO – O dia é de cautela para as bolsas mundiais, com uma leve recuperação na China após forte queda na sexta-feira e de leves ganhos para as bolsas europeias, de olho na reunião do BCE que acontece esta semana. Porém, no Brasil, o noticiário político deve seguir dando o tom, com os desdobramentos da Operação Lava Jato, que voltam o foco novamente para o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Confira no que se atentar hoje: 

Bolsas mundiais
As bolsas asiáticas tiveram um dia misto nesta segunda-feira após uma sessão altamente volátil; Xangai teve leve alta de 0,27% e Hang Seng caiu 0,33%, enquanto o japonês Nikkei teve baixa de 0,69%, na esteira da alta de 1,4% da produção industrial em outubro e alta de 1,8% das vendas do varejo no país. Já o yuan se fortalece no mercado offshore com especulação sobre intervenção antes de FMI votar sobre entrada da moeda chinesa na cesta do Fundo. Já as bolsas da Europa têm leve alta em uma semana movimentada, com dados de inflação e da reunião do Banco Central Europeu. 

Cunha e o impeachment
O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse na quinta-feira que poderá decidir sobre os sete pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff até hoje. Naquela data, ao ser lembrado que ele prometeu despachar os pedidos até o final de novembro, Cunha afirmou: “Novembro ainda não acabou, quem sabe segunda-feira? Não estou ainda inadimplente, você pode cobrar a partir de segunda”, disse o presidente da Câmara. Vale destacar que pesquisa Datafolha divulgada ontem mostrou a reprovação do governo Dilma recuou para 67%, de 71% em agosto. Apesar do recuo na margem, o resultado de novembro é o segundo pior desde 2011, quando Dilma assumiu como Presidente.

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Operação Lava Jato (com Cunha no radar)
O presidente da Câmara, aliás, segue no radar da Lava Jato. Foi encontrado um documento na residência do chefe de gabinete de Delcídio do Amaral (PT-MS), Diogo Ferreira, com uma escrita no verso, indicando o suposto pagamento de R$ 45 milhões do BTG para Cunha. O texto dizia, “em troca de uma emenda à Medida Provisória número 608, o BTG Pactual, proprietário da massa falida do banco Bamerindus, o qual estava interessado em utilizar os créditos fiscais de tal massa, pagou ao deputado federal Eduardo Cunha a quantia de R$ 45 milhões”. Cunha refuta as acusações. O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki converteu as prisões temporárias do diretor executivo do Banco BTG Pactual, André Esteves, e do chefe de Gabinete do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), Diogo Ferreira, em preventivas. Esteves renunciou à presidência do banco na noite de ontem.

Contingenciamento
O governo anuncia nesta segunda-feira um corte no orçamento de pouco mais de R$ 10 bilhões que vai paralisar a máquina federal enquanto a nova meta fiscal de 2015 não for aprovada pelo Congresso. O “desligamento” do governo começará a ter efeito no dia seguinte, 1.º de dezembro, e será concentrado nas despesas discricionárias, ou seja, aquelas que não são obrigatórias e, por isso, podem ser cortadas. O governo não vai liberar um centavo para pagamento de investimentos públicos e para custeio da máquina com serviços de telefone, água e luz, além de passagens áreas e diárias, para fiscalizações feitas por servidores de várias áreas, como a ambiental, e para bolsas de estudos no País e no exterior. A expectativa do governo é de que a nova meta seja aprovada pelos parlamentares em sessão do Congresso Nacional prevista para ocorrer na semana que vem. Caso isso não ocorra, a paralisia vai se prolongar.

Agenda
A presidente Dilma Rousseff chegou no sábado a Paris para participar da 21ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro sobre Mudança do Clima (COP21) , que começa hoje (30) e vai até o dia 11. Dilma diz esperar que Conferência do Clima alcance acordo “ambicioso e duradouro). Na agenda doméstica, destaque para o relatório Focus. Hoje de manhã, às 10h30, será divulgado o resultado primário de outubro, com uma estimativa de déficit de R$ 12,9 bilhões. Na agenda americana, serão divulgados o Chicago PMI e venda de casas pendentes. 

(Com Agência Estado de Agência Brasil)

Cunha impeachment
O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse na quinta-feira que poderá decidir sobre os sete pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff até hoje. Naquela data, ao ser lembrado que ele prometeu despachar os pedidos até o final de novembro, Cunha afirmou: “Novembro ainda não acabou, quem sabe segunda-feira? Não estou ainda inadimplente, você pode cobrar a partir de segunda”, disse o presidente da Câmara. 
Operação Lava Jato
O presidente da Câmara, aliás, segue no radar da Lava Jato. Foi encontrado um documento na residência do chefe de gabinete de Delcídio do Amaral (PT-MS), Diogo Ferreira, com uma escrita no verso, indicando o suposto pagamento de R$ 45 milhões do BTG para Cunha. O texto dizia, “em troca de uma emenda à Medida Provisória número 608, o BTG Pactual, proprietário da massa falida do banco Bamerindus, o qual estava interessado em utilizar os créditos fiscais de tal massa, pagou ao deputado federal Eduardo Cunha a quantia de R$ 45 milhões”. Cunha refuta as acusações. O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki converteu as prisões temporárias do diretor executivo do Banco BTG Pactual, André Esteves, e do chefe de Gabinete do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), Diogo Ferreira, em preventivas. Esteves renunciou à presidência do banco na noite de ontem. 
Contingenciamento 
O governo anuncia nesta segunda-feira um corte no orçamento de pouco mais de R$ 10 bilhões que vai paralisar a máquina federal enquanto a nova meta fiscal de 2015 não for aprovada pelo Congresso. O “desligamento” do governo começará a ter efeito no dia seguinte, 1.º de dezembro, e será concentrado nas despesas discricionárias, ou seja, aquelas que não são obrigatórias e, por isso, podem ser cortadas. O governo não vai liberar um centavo para pagamento de investimentos públicos e para custeio da máquina com serviços de telefone, água e luz, além de passagens áreas e diárias, para fiscalizações feitas por servidores de várias áreas, como a ambiental, e para bolsas de estudos no País e no exterior. A expectativa do governo é de que a nova meta seja aprovada pelos parlamentares em sessão do Congresso Nacional prevista para ocorrer na semana que vem. Caso isso não ocorra, a paralisia vai se prolongar.
Dilma na França
A presidente Dilma Rousseff chegou no sábado a Paris para participar da 21ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro sobre Mudança do Clima (COP21) , que começa hoje (30) e vai até o dia 11. Dilma diz esperar que Conferência do Clima alcance acordo “ambicioso e duradouro). 

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