Só na urna...

Os 3 fatores que podem fazer o resultado das eleições ser diferente das pesquisas

Em primeiro lugar, está a quantidade de indecisos, em segundo, o aumento da abstenção e, em terceiro, o erro do eleitor ao votar, principalmente junto aos eleitores com menor escolaridade, destaca a LCA

SÃO PAULO – A mais recente pesquisa Datafolha mostrou que Dilma Rousseff (PT) ganhou mais um ponto e atingiu 47% dos votos enquanto, na semana passada, a petista tinha 43% e subiu para 46% no levantamento de segunda-feira. Já Aécio passou de 46% na semana passada para 43% dos votos totais, mantendo este patamar na pesquisa atual.

Apesar das pesquisas mostrarem Dilma na dianteira, há três fatores, segundo a LCA Consultores, que podem fazer com que o resultado final seja distinto daquele indicado pelas pesquisas.

Em primeiro lugar, está a quantidade de indecisos, em segundo, o aumento da abstenção e, em terceiro, o erro do eleitor ao votar, principalmente junto aos eleitores com menor escolaridade. 

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“As variações dos votos brancos, nulos e da abstenção são potenciais causas de erros não amostrais para as pesquisas. Elas não são estatisticamente calculáveis e não fazem parte da margem de erro. Se Dilma continuar em crescimento e superar a margem de erro máxima de 4 pontos, se reduzirão os efeitos destes fatores”, afirmam os consultores. Agora, é ficar de olho nas próximas pesquisas do Ibope e Datafolha e na sexta-feira, no último debate entre os candidatos, na TV Globo.