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Sem impeachment?

Oposição aposta em ação contra chapa Dilma-Temer no TSE e espera novas delações

O PSDB espera a nova safra de delações da Lava Jato para dar vida ao processo de cassação da presidente da República no TSE; Marina, da Rede, reforçou defesa da ação via Tribunal em relação ao impeachment

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SÃO PAULO – Enquanto o governo da presidente Dilma Rousseff foca no compromisso com o superávit primário para este ano, a oposição segue de olho no processo contra a chapa Dilma-Michel Temer no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Segundo informa a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, do último domingo, o PSDB espera a nova safra de delações da Lava Jato para dar vida ao processo de cassação da presidente da República no TSE.

“Oposição e governo concordam em um diagnóstico: o futuro do julgamento depende de fatos novos e, do jeito que está, o humor geral na corte tende pelo arquivamento das ações. Caso o cenário mude, ministros do tribunal não estariam dispostos a salvar Michel Temer do cadafalso. Se Dilma Rousseff for impedida de continuar, seu vice também o será”, afirma a coluna.

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Caso haja a cassação da chapa, Dilma também ficará inelegível. Ministros do STF dizem que Temer seria afastado, mas escaparia de tal punição, podendo concorrer a cargos públicos no futuro.

Com relação a esse processo, vale ressaltar que mais uma empresa entrou no alvo do TSE, conforme informa a Folha. A campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição, em 2014, pagou R$ 1,7 milhão a uma gráfica, Souza & Souza, que possui uma única máquina e foi fundada em março daquele ano, cinco meses antes de ser contratada pelo PT. Seu dono é um ex-sindicalista e ex-deputado estadual pelo PT. Assim, esta gráfica é mais uma a ser alvo de processo no TSE. Outras duas gráficas que forneceram serviços à campanha da presidente já são investigadas pela Polícia Federal: a Focal e a VTBP. 

Quem vem reiterando apoio ao processo pela cassação da chapa Dilma-Temer no TSE é Marina Silva, da Rede Sustentabilidade. Em entrevista à Folha de hoje, ela reforçou a ideia de preferir que a crise instalada se resolva acelerando-se o processo contra a chapa no Tribunal, e não pela via do impeachment no Congresso.

Impeachment não se fabrica, ele se explicita em função dos fatos que o justificam. Não se muda o presidente da República simplesmente porque a gente discorda dele.”

Para Marina, a chegada de Temer ao poder paralisaria a Lava Jato, conforme informa o jornal O Estado de S. Paulo. Para a ex-senadora, tanto o PT quanto o PMDB são “faces da mesma moeda” e têm responsabilidade diante dos sucessivos escândalos de corrupção que afetam o País. “O nosso receio é que o impeachment possa criar uma aura de que o problema foi resolvido, retirando todo o suporte da população às investigações da Operação Lava Jato”, disse Marina ontem, ao sair de reunião da executiva do seu partido, em Brasília. 

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