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Discurso do Obama

Obama pede por aprovação da isenção de impostos para a classe média

Em discurso rápido, presidente dos EUA afirmou que está aberto para "ouvir novas ideias"; bolsas no Brasil e EUA perdem forças após o pronunciamento

*Atualizada às 17h03

SÃO PAULO – O tão aguardado discurso de Barack Obama na tarde desta sexta-feira (9) não trouxe muitas novidades ao mercado. Em encontro marcado para falar sobre o “fiscal cliff” (abismo fiscal) norte-americano, o presidente dos EUA disse que está aberto para escutar idéias sobre como lidar com o problema, mas que não irá aceitar propostas que não sejam equilibradas.

Em um discurso breve, que durou cerca de cinco minutos, Obama disse que os mais ricos continuarão pagando impostos e que pretende estender o corte de taxas para os norte-americanos que ganham menos de US$ 250 mil por ano. Além disso, ele disse que qualquer decisão a ser tomada para solucionar o “fiscal cliff” terá que incluir uma extensão dos impostos cobrados aos mais ricos.

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O presidente reeleito ainda convidou pessoas de negócios e líderes do Congresso de ambos partidos para irem à Casa Branca na próxima semana e discutirem ideias para evitar o abismo fiscal. Porém, mantendo o discurso de sua campanha, Obama afirmou que qualquer novo plano terá que manter o aumento de impostos para os mais ricos.

Mercados perdem força após discurso
Logo após o discurso de Obama, o Ibovespa, que tinha virado para o postivo no começo da tarde, voltou a reportar perdas e caminha para o seu terceiro pregão seguido de queda, mostrando que os investidores se decepcionaram com a falta de novidades.

No mercado norte-americano, as bolsas também perderam o ímpeto. O Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, recua 0,01%, chegando a 12.810 pontos. O índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia, opera em valorização de 0,46% e atinge 2.909 pontos. O S&P 500, que engloba as 500 principais empresas dos EUA, negocia em leve alta de 0,25% a 1.381 pontos.