Diz Relatório Reservado

Não é só Tombini: novos nomes surgem para substituir Mantega no governo Dilma

Além do nome do atual presidente do Banco Central, novos nomes surgem, mas não tão fortes quanto o de Tombini: dentre eles, está Joaquim Levy e Aloizio Mercadante

Aprenda a investir na bolsa

SÃO PAULO – Os rumores de que o presidente do Banco Central Alexandre Tombini possa ser o novo ministro da fazenda ganharam forças, mas novos nomes estão sendo cogitados para o cargo de Guido Mantega, de acordo com o Relatório Reservado.

De acordo com o blog, Tombini ainda ganha as apostas, uma vez que poderia “ser dominado” pelo estilo controlador de Dilma Rousseff mas, até por isso mesmo, careceria de mais catalisadores para reverter as projeções pessimistas da economia brasileira.

Se dependesse de Lula, aponta o Relatório Reservado, o candidato à Fazenda seria o ex-secretário do Tesouro Joaquim Levy, que atualmente dirige a Bram (Bradesco Asset Management). Levy teria um perfil parecido com o de Antonio Palocci, mais ortodoxo, mas sofreria a resistência de Dilma Rousseff.

Aprenda a investir na bolsa

Surgiria assim outro nome: o de Aloizio Mercadante, atual ministro da Casa Civil, que se formou na mesma universidade em que Dilma chegou a cursar o mestrado – a Unicamp -, tem boa circulação política e conversa com o empresariado. Outro nome que surgiria é o de Luciano Coutinho, atual presidente do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), mas ele também ficou desgastado com a campanha contra o banco de fomento e a política dos “vencedores nacionais”.

Outros nomes apontados, mas com menos força, seriam o de Luiz Gonzaga Belluzzo, além da turma dos conselheiros ( e ex-conselheiros) da Petrobras (PETR3;PETR4): Fabio Barbosa, Jorge Gerdau e Roger Agnelli. Todos foram cogitados em algum momento, mas, por motivos distintos, tiveram a força de sua indicação diminuída por motivos diferentes, aponta a publicação, assim como Abilio Diniz e Josué Gomes da Silva, empresário e filho de José de Alencar, que foi vice-presidente durante o governo Lula. Tanto Abilio quanto Josué recusaram-se a assumir o ministério do desenvolvimento entre o final do ano passado e o começo deste ano. Desta forma, aponta a publicação, o nome de Tombini ainda segue o mais forte.