Ministro Jader Filho descarta revisar taxa de juros do Minha Casa Minha Vida

Ministro afirmou que, com os resultados, a taxa de juros atende a necessidade da população

Estadão Conteúdo

O ministro das Cidades, Jader Filho e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante durante abertura do evento Superciclo de Investimentos em Infraestrutura – Avanços e Desafios, na sede do banco, no centro do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O ministro das Cidades, Jader Filho e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante durante abertura do evento Superciclo de Investimentos em Infraestrutura – Avanços e Desafios, na sede do banco, no centro do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

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O ministro das Cidades, Jader Filho, destacou nesta segunda-feira (9) que o programa Minha Casa Minha Vida está praticando a menor taxa de juros de todos os programas habitacionais que já existiram no país. Questionado por jornalistas, o ministro descartou, por ora, revisar os percentuais.

“Nós estamos na menor taxa de juros da história do programa na faixa 1, que são aquelas famílias que ganham até R$ 2.850, tem uma taxa de juros de 4% ao ano na região Norte e Nordeste e nas outras regiões, 4,25%”, pontuou o ministro.

Ele afirmou também que não há previsão de baixar mais os juros. “Nós acreditamos que, até pelos resultados, essa taxa de juros está atendendo a necessidade do povo brasileiro.”

O ministro participou do seminário “Superciclo de Investimentos em Infraestrutura – Avanços e Desafios”, na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro.

Jader Filho enfatizou que 85% dos lançamentos no Brasil são dentro do programa Minha Casa Minha Vida e que os patamares mais baixo da taxa de juros farão a poupança, um dos mecanismos de financiamento habitacional, voltar a ser competitiva. “Eu não acredito que a poupança vai voltar, em algum momento, naqueles patamares anteriores. Obviamente, com a taxa de juros caindo, vai sobrar mais recurso para o financiamento e, com isso, a gente vai fortalecer o setor da construção civil, que gera emprego e renda.”