Ministério Público pede abertura de inquérito contra Renan Calheiros no STF

Reportagem faz nova denúncia de que o senador teria utilizado "laranjas" para a compra de um grupo de comunicação

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SÃO PAULO – O Ministério Público Federal pediu nesta segunda-feira (6) a abertura de inquérito no Supremo Tribunal Federal contra o presidente do Senado, Renan Calheiros. O pedido do Ministério diz respeito a todas as denúncias contra Renan.

Por iniciativa do PSOL, o presidente do Senado já está sendo investigado pelo Conselho de Ética da Casa por supostamente ter utilizado recursos da empresa Mendes Júnior, via lobista, para pagar despesas pessoais como pensão alimentícia e aluguel à jornalista Mônica Veloso, com quem tem uma filha.

No pedido, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, solicitou ao Conselho de Ética e à Polícia Federal os documentos já levantados durante a investigação por quebra de decoro.

Nova denúncia

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O DEM deve ingressar nesta semana com nova representação contra Renan Calheiros no Conselho de Ética da Casa, solicitando a investigação de novas denúncias de que ele teria utilizado “laranjas” para a compra de um grupo de comunicação.

Segundo reportagem publicada pela revista Veja, Renan seria sócio oculto de uma empresa de comunicação em Alagoas. O senador teria usado “laranjas” e pago R$ 1,3 milhão em dinheiro vivo, parte em dólares, para virar sócio de duas emissoras de rádio no estado, que valem cerca de R$ 2,5 milhões.