Manifestações

Militantes pró-governo convocam ato para dia 13; já MTST promete radicalizar contra Dilma

Os militantes do PT, do PC do B e de movimentos sociais decidiram fazer um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, no próximo domingo; já MTST promete pressionar Dilma

SÃO PAULO – Após a condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no âmbito da Operação Lava Jato, as manifestações populares tanto contra quanto a favor do petista e do governo da presidente Dilma Rousseff ganharam força. 

Enquanto as manifestações anti-Dilma do próximo dia 13 de março ganharam um motivo para serem impulsionadas, em meio à delação não-homologada do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) e a 24ª fase da Lava Jato mirando Lula, os militantes do PT, do PC do B e de movimentos sociais decidiram fazer um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, no próximo domingo, para defender a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no mesmo dia dos protestos anti-Dilma.

O ato está sendo chamado pelas redes sociais como contraponto às manifestações pelo impeachment de Dilma, também marcadas para domingo, em todo o País, com expectativa de maior concentração justamente na Avenida Paulista.

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Uma das convocações fala: “a campanha 2018 começou! Militância nas ruas dia 13/03/2016 (…)”. O panfleto também critica a imprensa: “vamos dar à Globo golpista um espetáculo para ficar na história. É hora de sufocar a marcha golpista!”

Por outro lado, uma das bases de apoio de Dilma, o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) divulgará nesta segunda-feira um manifesto anunciando protestos, bloqueios de vias, novos acampamentos e ações em prédios públicos contra o governo Dilma, segundo informações da Folha de S. Paulo, prometendo radicalizar em atos contra a presidente. 

“Iniciativas como a reforma da Previdência, a reforma fiscal, o acordo com o PSDB em relação ao pré-sal e a lei antiterrorismo são expressões de um governo que parece não ter mais limites na entrega de direitos sociais”, afirma a declaração. Apesar do tom mais duro contra o governo, o MTST não vai aderir aos protestos pró-impeachment.

(Com Agência Estado) 

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