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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) negou nesta segunda-feira (4) que esteja se preparando para disputar a Presidência da República em 2026. A declaração foi uma resposta a uma reportagem que apontava suas viagens e a mudança de domicílio eleitoral como sinais de uma possível candidatura ao Planalto.
Michelle, no entanto, afirmou que suas movimentações se devem ao trabalho à frente do PL Mulher, ala feminina do partido.
“Estamos focados em visitar os municípios estratégicos de cada estado, capacitando nossas mandatárias e lideranças regionais. Não há bastidores obscuros, como foi insinuado. Há trabalho, seriedade e transparência”, escreveu em seus stories no Instagram.

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Senado em vista
Apesar de rechaçar a corrida presidencial, Michelle Bolsonaro já foi apontada como plano B do PL para o Palácio do Planalto, caso Jair Bolsonaro permaneça inelegível até 2030. Em julho, no entanto, o próprio ex-presidente afirmou que o projeto eleitoral da esposa passa pela disputa ao Senado pelo Distrito Federal em 2026.
“A ideia é ampliar nossa bancada e equilibrar os Poderes”, disse Bolsonaro. Segundo ele, o partido trabalha com a meta de eleger 120 deputados federais e ao menos 20 senadores.
Michelle nas pesquisas
Mesmo negando interesse no Planalto, Michelle aparece como nome competitivo em cenários de primeiro turno.
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Em levantamento da AtlasIntel/Bloomberg, divulgado em julho, ela soma 29,7% das intenções de voto, atrás apenas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lidera com 48,5%.
A ex-primeira-dama fica à frente de potenciais presidenciáveis da direita, como Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (União) e Ratinho Júnior (PSD).
Já para o Senado, Michelle lidera com folga a disputa no DF. Pesquisa do Instituto Paraná, realizada em junho, aponta 42,8% das intenções de voto para a ex-primeira-dama, contra 36,5% do governador Ibaneis Rocha (MDB), seu principal adversário até o momento.
Já para o Senado, Michelle lidera com folga a disputa no DF.
Pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, realizada em junho, aponta 42,8% das intenções de voto para a ex-primeira-dama, contra 36,5% do governador Ibaneis Rocha (MDB), seu principal adversário até o momento.