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O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, decidiu nesta terça-feira (27) manter a prisão preventiva de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, investigado por participação em um esquema de fraudes nos descontos associativos aplicados a aposentados e pensionistas. A decisão negou pedido da defesa para revogação da custódia.
Antunes está preso preventivamente desde setembro de 2025 e é tratado pelas investigações como um dos principais beneficiários financeiros do esquema, que foi alvo da operação Sem Desconto. O caso tramita sob sigilo no STF.

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Na decisão, Mendonça acompanhou o entendimento da Procuradoria-Geral da República, que se manifestou pela manutenção da prisão. Para a PGR, permanecem presentes os requisitos que justificam a medida cautelar, diante da gravidade dos fatos apurados e do risco de reiteração das condutas investigadas.
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Ao rejeitar os argumentos, o ministro manteve a avaliação de que a prisão preventiva segue necessária no estágio atual das investigações. O caso envolve suspeitas de prejuízos a beneficiários da Previdência Social por meio de descontos irregulares em folha, um tema que tem ampliado o escrutínio sobre a governança e os mecanismos de controle do sistema previdenciário.