Equipe de Temer

Meirelles ganha força para assumir Fazenda; veja outros nomes de possível governo Temer

Segundo informações da Folha e do Estadão, Serra segue sendo o "segundo nome" para a pasta; comando da Caixa deve ficar com o PP

SÃO PAULO – O desenho de composição do governo que o vice-presidente Michel Temer (PMDB) está sendo realizado a cada dia e, neste desenho, o nome do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles ganhou força.

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, Temer ainda está entre os nomes de Meirelles e do senador José Serra caso assuma a presidência. Segundo o jornal, Temer está a favor do primeiro por ser mais bem posicionado neste momento para ocupar esse posto e conta o potencial que ele tem de transmitir confiança ao mercado. Na outra ponta, Serra enfrenta entraves dentro de seu partido, que avalia até punir quem aceitar cargos num eventual governo Temer. O tucano negou ter sido sondado ou convidado para assumir a Fazenda.

De acordo com a Folha de S. Paulo, para aliados, Temer vem apresentando Henrique Meirelles na Fazenda, peemedebistas de seu núcleo mais próximo em postos-chave como a Casa Civil e o Planejamento e aliados como o PP em áreas estratégicas, como a Saúde e a Caixa Econômica. Temer sinalizou que está disposto a ceder a Meirelles o direito de indicar o presidente do Banco Central se ele de fato assumir a Fazenda.

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A Folha também reforça que o segundo nome apresentado é o de Serra. Além da Fazenda, o senador é cotado para um ministério da área social, provavelmente a Educação. Ainda segundo a reportagem, Temer pretende colocar Romero Jucá (PMDB) no Planejamento, Eliseu Padilha na Casa Civil e Moreira Franco em um ministério que concentraria temas ligados à infraestrutura. Já o PP também pode ocupar o ministério da Saúde, sendo o mais cotado Ricardo Barros (PR); para a Integração, o nome sugerido é Cacá Leão (PP-BA). Henrique Eduardo Alves é  cotado para a pasta que surgiria da fusão de Esporte com Turismo. Segundo o jornal, todos já foram consultados, mas, oficialmente, Temer só fará convites depois da votação do impeachment pelo Senado, prevista para meados de maio.

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