Pesquisa

Meirelles é rejeitado por 64% dos eleitores; Bolsonaro supera Huck e lidera em potencial de votos

Segundo levantamento feito pelo DataPoder360, apenas 5% dos entrevistados votariam "com certeza" no ministro da Fazenda

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SÃO PAULO – Além de mostrar uma consolidação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) como os dois nomes mais bem posicionados neste momento na corrida presidencial, a um ano das eleições, a pesquisa DataPoder360 mostra que o ex-capitão do Exército ampliou seu potencial de votos e reduziu o elevado nível de rejeição.

De acordo com o levantamento realizado entre 26 e 29 de outubro, o parlamentar tem 27% dos eleitores que dizem que votariam nele com certeza. Outros 22% afirmam que poderiam apoiá-lo, totalizando 49%. Um mês atrás, esse percentual era de 39% (24% votariam com certeza e 15% poderiam votar). A taxa de rejeição ainda é elevada, mas caiu em comparação com setembro, de 53% para 42%.

O desempenho de Bolsonaro supera os 40% de potencial de voto que a pesquisa mostra para o apresentador da TV Globo Luciano Huck, cuja candidatura vem sendo especulada. Segundo o levantamento, o empresário tem o apoio de 21% que dizem que votariam nele com certeza e 19% que poderiam apoiá-lo. Contudo, Huck possui uma taxa de rejeição também elevada, de 43%.

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A pesquisa também testou as forças de Marina Silva e Henrique Meirelles. A ex-senadora conta com um potencial de votos de 33%, com 9% dos eleitores dizendo que votariam com certeza nela e outros 24% que poderiam apoiá-la. A taxa de rejeição ficou em 54%. Já o ministro da Fazenda conta com muito menor popularidade. Enquanto 64% responderam que não votariam nele de jeito nenhum, apenas disseram que 5% votariam com certeza e 12% que poderiam apoiá-lo, em um total de 17% votos potenciais.

A pesquisa foi feita por meio telefônico, com seleção dos números discados feita de maneira aleatória e automática, a partir de uma base de dados com cerca de 80 milhões de números fixos e celulares em todas as regiões do País. Somente são consideradas as entrevistas completas. A margem de erro é de 2,9 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistadas 2.016 pessoas com 16 anos ou mais, em 112 cidades.