Será que vai?

Marta pode ir ao PSB, se apoiar Alckmin para presidente em 2018, diz Veja

Segundo a coluna Radar, de Lauro Jarim, além do Solidariedade, o PSB de São Paulo também está de braços abertos para recebê-la, tendo em vista a campanha de 2016 à prefeitura; mas só se concordar com a candidatura de Alckmin

SÃO PAULO – É praticamente certo que, após a entrevista que concedeu ao Estadão no domingo, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) está de saída do PT. Durante a entrevista, ela teceu críticas à presidente Dilma Rousseff, ao PT, ao ministro da Casa Civil Aloizio Mercadante e ao presidente do partido, Rui Falcão.

Na própria entrevista feita pelo Estadão, Marta afirmou que a decisão de mudar de partido não está tomada ainda, mas que passou meses “se sentindo uma idiota”. “Não tomei a decisão nem de sair, nem para qual partido, mas tenho portas abertas e convites de praticamente todos, exceto do PSDB e DEM”, afirmou. 

E, segundo a coluna Radar, da Veja, já há partidos possíveis para abrigá-la caso ela decida sair do PT. O colunista Lauro Jardim destaca que, além do Solidariedade, o PSB de São Paulo também está de braços abertos para recebê-la, tendo em vista a campanha de 2016 à prefeitura.

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Porém, com uma condição: Marta só terá que concordar com a candidatura de Geraldo Alckmin a presidente dois anos depois. Vale ressaltar que, após a derrota de Aécio Neves (PSDB-MG), em uma disputa histórica com Dilma Rousseff no segundo turno das eleições, a disputa dentro do PSDB para saber quem será o pré-candidato à presidência da República promete ser grande. Vale ressaltar que, nas eleições para governador de São Paulo, o PSB apoiou Alckmin, sendo que o vice-governador, Márcio França, é peessebista.