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Marina Silva vai estar ao vivo no Jornal Nacional nesta quinta-feira

A candidata encerra a série de entrevistas do JN, que recebeu Ciro Gomes, Jair Bolsonaro e Geraldo Alckmin

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SÃO PAULO – A candidata Marina Silva (Rede) será a entrevistada do Jornal Nacional nesta quinta-feira (30), encerrando a série do programa. A sabatina com os apresentadores Willian Bonner e Renata Vasconcelos começa às 20h30 (horário de Brasília) e terá duração de 27 minutos, mesmo tempo dado aos outros entrevistados.

Assim como ocorreu nos últimos dias, a expectativa é que os apresentadores tenham um tom duro com a candidata, tentando focar não apenas nas propostas, mas também em temas polêmicos. Tanto com Ciro quanto com Bolsonaro e Alckmin, chamaram atenção as interrupções e pressões feitas por Bonner e Renata contra os entrevistados.

Os convidados escolhidos, segundo a emissora, são “os principais candidatos da pesquisa da semana anterior que estejam aptos para estar presencialmente no estúdio”. A participação de Lula foi vetada pois foram considerados apenas os candidatos que poderiam participar presencialmente nos estúdios do programa.

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Na noite de segunda, Ciro Gomes defendeu-se sobre as suas declarações de que colocaria o “Ministério Público na caixinha” e que receberia o juiz federal Sérgio Moro a bala caso tentasse prendê-lo. Ele afirmou ser a favor da Operação Lava Jato, mas disse que ela só vai prestar um bom serviço para o país se for equilibrada”, referindo-se ao fato de que ninguém do PSDB foi pego pela Operação.

Já na terça, Bolsonaro teve um bate boca com a apresentadora Renata Vasconcellos, mas conseguiu mostrar segurança e falar sobre suas propostas, incluindo uma afirmação polêmica sobre direitos trabalhistas. Entre os temas abordados, ele afirmou que “o trabalhador terá que escolher entre ter mais direito e menos emprego, ou menos direito e mais emprego”.

Por fim, Alckmin precisou passar boa parte do tempo defendendo a aliança construída por sua campanha com os partidos do chamado “centrão” (PP, DEM, PR, PRB e Solidariedade) e prestando explicações sobre acusações envolvendo correligionários e figuras próximas à sua gestão no Executivo estadual. Segundo o tucano, as alianças por ele construídas nessas eleições serão o caminho necessário para a realização de uma agenda de reformas logo no início de um eventual governo.

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