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Sem restrições

Marina não poupa PT e PSDB e diz que ambos não protegeram o meio ambiente

Candidata do PSB respondeu sobre seu "radicalismo ambiental" e reforçou que não está fechada a nenhum setor desde que seja feita em linha com uma política econômica transversal.

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SÃO PAULO – Indagada sobre sua postura radicalista em relação a algumas práticas que “prejudicariam o meio ambiente”, Marina Silva, candidata à presidência pelo PSB, disse que enquanto foi ministra do meio ambiente, sempre se esforçou para sinalizar que tipo de ações não deveriam ser feitas e  que orientou quais atividade poderiam e como deveriam ser feitas.

“Desta maneira, como ministra, eu acabei viabilizando as licenças mais difíceis dessa república”, afirmou Marina, destacando que durante sua gestão foram estabelecidas as licenças da BR 163 e de São Francisco. “Reposicionei os projetos para que eles fossem mais viáveis do ponto de vista econômico, social e ambiental. Tenho a ideia de política econômica transversal. Com isso, consegui reduzir fortemente o desmatamento”, completou

O presidenciável do PSB, Aécio Neves, contestou que o Brasil foi vítima de uma absolutamente inconsequente intervenção no setor elétrico, se alinhando com o discurso da ex-senadora de crítica à gestão petista. Segundo o tucano, sem investimentos em energia, o Brasil não retomará o crescimento. Além disso, Aécio falou sobre alternativas de crescimento sustentável que foram destruídas pelo PT, como a biomassa.

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Mais uma vez, a ex-senadora disse que fica tranquila com esse tipo de debate, pois já tinha trabalhado para que o país se desenvolvesse respeitando o meio ambiente. Ela descartou ainda o alinhamento de Aécio ao seu posicionamento. “Tanto PT quanto PSDB desrespeitaram o meio ambientes com suas estratégias de crescimento. É preciso buscar um crescimento com base no estabelecimento da energia eólica e da biomassa”, concluiu Marina.