Publicidade
BUENOS AIRES – O presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, afirmou nesta quinta-feira (6), durante o Fórum de Buenos Aires, que o Congresso Nacional deve concluir até o fim do ano as discussões sobre o pacote de projetos voltados ao combate ao crime organizado.

Presidente do Republicanos prevê ampla aprovação do PL da dosimetria no Congresso
Marcos Pereira afirmou que projeto relatado por Paulinho da Força pode permitir progressão rápida de pena e deve ser aprovado com mais de 300 votos na Câmara

Tarcísio só reconsidera candidatura à Presidência com apoio amplo, diz Marcos Pereira
Presidente do Republicanos afirmou que o governador de São Paulo é pré-candidato à reeleição, mas poderia rever decisão se houvesse união de centro, direita e empresariado em torno de seu nome
Segundo ele, a prioridade é acelerar a tramitação do PL Antifacções, do PL Antiterrorismo e da PEC da Segurança Pública, que já está em comissão especial na Câmara dos Deputados. “Até antes do início do recesso, lá pelo dia 20 de dezembro, a gente deve ter esses projetos avançados”, disse.
Pereira afirmou que o tema ganhou urgência política após os episódios de violência no Rio de Janeiro, mas destacou que o Legislativo tem atuado dentro de suas atribuições. “O senso de insegurança e o crime organizado avançando demasiadamente no nosso país precisam ser combatidos urgentemente e de forma enérgica, não só pelo Poder Executivo Federal, mas com uma força-tarefa com os estados. E aquilo que depender da Câmara e dos Republicanos, nós vamos fazer e dar a nossa contribuição”, afirmou.
Continua depois da publicidade
O presidente do Republicanos também declarou que não há risco à soberania nacional na proposta que equipara facções criminosas ao terrorismo. “Não há por que violar a soberania nacional. Se é interesse do legislador e se o legislador legisla isso, não vejo, a princípio, inconstitucionalidade nessa equiparação”, disse.
Pereira ressaltou que o objetivo é oferecer uma resposta institucional à escalada do crime organizado e devolver à sociedade a sensação de segurança. “O Legislativo vai dar a sua resposta no tempo adequado, mas com firmeza e responsabilidade”, concluiu.