Malafaia chama Moraes de ‘ditador da toga’ e pede afastamento de ministros do STF

Pastor também citou o caso envolvendo o Banco Master e afirmou que o contrato da esposa de Moraes com o banco seria uma "corrupção deslavada"

Estadão Conteúdo

SP - CASO MASTER/MANIFESTAÇÃO/SP/PAULISTA/DIREITA - POLÍTICA - O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o pastor Silas Malafaia participam da manifestação   "Acorda Brasil", realizada na Avenida Paulista, na região central de São   Paulo, neste   domingo (1º). A oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)   realiza uma   série de atos pelo País contra o governo federal e os ministros do Supremo   Tribunal   Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. O escândalo do Banco Master é   um dos   motes da convocação.         01/03/2026 - Foto: JEFFERSON AGUIAR/PERA PHOTO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
SP - CASO MASTER/MANIFESTAÇÃO/SP/PAULISTA/DIREITA - POLÍTICA - O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o pastor Silas Malafaia participam da manifestação "Acorda Brasil", realizada na Avenida Paulista, na região central de São Paulo, neste domingo (1º). A oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realiza uma série de atos pelo País contra o governo federal e os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. O escândalo do Banco Master é um dos motes da convocação. 01/03/2026 - Foto: JEFFERSON AGUIAR/PERA PHOTO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Publicidade

O pastor Silas Malafaia defendeu neste domingo, 1º de março, no ato “Acorda Brasil”, organizado por políticos de direita na Avenida Paulista, o afastamento dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Segundo ele, ambos “não têm moral para julgar ninguém”.

Durante o discurso, Malafaia chamou Moraes de “ditador da toga” e afirmou que o ministro teria instituído um “crime de opinião” no País por meio do inquérito das fake news, que classificou como imoral e ilegal.

O pastor também citou o caso envolvendo o Banco Master e afirmou que o contrato da esposa de Moraes com o banco seria uma “corrupção deslavada”, defendendo investigação e quebra de sigilo.

Ele declarou ainda que, se Moraes permanecer à frente do inquérito, o STF ficará “desmoralizado”.