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Japão negocia isenção de sanções ao petróleo do Irã, diz chanceler

Isenção pode acontecer se houver um corte significativo no comércio com o Irã; Tóquio já cortou 40% nas importações em 5 anos

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SÃO PAULO – O governo do Japão provavelmente irá evitar as sanções dos EUA contra o Irã, mesmo reduzindo atualmente as importações do petróleo iraniano, afirmou nesta quarta-feira (29) o chanceler Koichiro Gemba.

O Japão tem conversado com Washington para obter uma isenção, que pode ser concedida se houver um corte significativo no comércio com o Irã. Tóquio já fez um corte de 40% nas importações de petróleo do Irã nos últimos cinco anos, e está se oferecendo para fazer cortes futuros.

“Estamos nos estágios finais de negociações sobre acordo de metas das sanções e a compreensão mútua aprofundou consideravelmente”, disse Gemba, citado pela Reuters. “Eu não acho que estamos em uma situação de se preocupar sobre se tornar um alvo de sanções”, acrescentou.

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Gemba não mencionou a redução de metas específicas, citando um impacto potencial de mercado, mas o governo disse que pretende manter o corte nas compras de óleo do Irã.

Entenda
As sanções têm como objetivo evitar que o programa nuclear de Teerã seja usado para a construção de armas nucleares, e punem as instituições financeiras que lidam com banco central do Irã, o canal para transações de petróleo.

A violação das sanções poderia resultar na exclusão de empresas ao mercado dos EUA, fazendo com que o bancos japoneses sejam impedidos de operar na maior economia do mundo.

A renúncia japonesa protegeria os grandes bancos do Japão – Mitsubishi UFJ Financial Group, Mizuho Financial Group e Sumitomo Mitsui Financial Group – de serem punidos por transações com o Irã.