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Japão dividido quanto à manutenção de ajuda no Afeganistão

Governo quer renovar política de parceria com a força de coalizão anti-terrorista, mas oposição acusa EUA de desrespeitoso

SÃO PAULO – O parlamento japonês começará, na próxima terça-feira (23), as discussões sobre a continuação da ajuda japonesa às operações anti-terroristas norte-americanas no Afeganistão e em suas cercanias.

A marinha japonesa, desde 2001, fornece combustível, não só para os Estados Unidos, mas também para toda a coalizão anti-terrorista. Todos esses navios estão parados no Oceano Índico, lugar estratégico para o controle do Oriente Médio.

Em busca da renovação

O primeiro-ministro japonês, Yasuo Fukuda, quer renovar o período de ajuda, que termina no dia 1° de novembro. Ele só terá êxito se conseguir convencer os partidos de oposição, liderados pelos democratas, contrários à renovação do acordo.

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Os democratas não querem a continuação da aliança, pois defendem que a campanha dos Estados Unidos no Afeganistão não vem sendo aprovada pela ONU (Organização das Nações Unidas), além de afirmarem que viola os preceitos pacifistas.

Ajuda custosa

Os japoneses já forneceram para os navios da coalizão cerca de 120 milhões de galões de combustível, desde 31 de agosto de 2006, representando um gasto de US$ 168 milhões.