Após pedido de prisão

Instituto Lula diz que promotor usa seu cargo para fins políticos ao pedir prisão

"Mesmo assim, solicita medida cautelar contra o ex-presidente em mais uma triste tentativa de usar seu cargo para fins políticos", diz a nota

Aprenda a investir na bolsa

SÃO PAULO – O Instituto Lula divulgou uma nota em seu site criticando o pedido de prisão preventiva de Lula feito pelo Ministério Público de São Paulo na tarde desta quinta-feira (10). De acordo com a assessoria do ex-presidente, o promotor Cássio Conserino provou “de sua parcialidade ao pedir a prisão” sem ouvir Lula.

“Cássio Conserino, que não é o promotor natural deste caso, possui documentos que provam que o ex-presidente Lula não é proprietário nem de triplex no Guarujá nem de sítio em Atibaia, e tampouco cometeu qualquer ilegalidade”, diz a nota indicando que não há fundamentos para o pedido.

O Instituto Lula também afirma que o promotor usa seu cargo para fins políticos. “Mesmo assim, solicita medida cautelar contra o ex-presidente em mais uma triste tentativa de usar seu cargo para fins políticos”, diz.

Aprenda a investir na bolsa

Confira a nota do Instituto Lula na íntegra:

O promotor paulista que antecipou sua decisão de denunciar Luiz Inácio Lula da Silva antes mesmo de ouvir o ex-presidente dá mais uma prova de sua parcialidade ao pedir a prisão preventiva de Lula. Cássio Conserino, que não é o promotor natural deste caso, possui documentos que provam que o ex-presidente Lula não é proprietário nem de triplex no Guarujá nem de sítio em Atibaia, e tampouco cometeu qualquer ilegalidade. Mesmo assim, solicita medida cautelar contra o ex-presidente em mais uma triste tentativa de usar seu cargo para fins políticos.