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Análise do ITV

Instituto ligado ao PSDB compara Dilma a Collor e sugere impeachment da presidente

O ITV destaca ainda que, "diante do quadro atual de descontrole e descalabro e da erosão de popularidade, Fernando Collor que se cuide", já que Dilma caminha para lhe fazer companhia

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SÃO PAULO – Publicada ontem, uma análise do Instituto Teotônio Vilela, braço de formulação política do PSDB, comenta a queda de popularidade da presidente Dilma Rousseff após o Datafolha mostrar que o percentual da população brasileira que vê o governo como ótimo/bom caiu 10 pontos, para 13%. 

O documento sugere que a presidente sofrerá impeachment e diz que “os brasileiros têm motivos de sobra para detestar a petista cada vez mais”.

Os números jogam definitivamente por terra a tese furada de petistas – sendo o mais patético deles o ministro Miguel Rosseto – de que só eleitores da oposição se sentem insatisfeitos com o desgoverno da presidente. A grita é ampla, geral e irrestrita, alimentada pelos sentimentos de frustração, de desalento e de revolta”, afirma o instituto. 

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O ITV destaca ainda que, “diante do quadro atual de descontrole e descalabro e da erosão de popularidade, Fernando Collor que se cuide. Dilma Rousseff caminha para lhe fazer companhia como presidente da República que teve que deixar o Palácio do Planalto pela porta dos fundos, execrada pelos brasileiros”, afirma o Instituto. Collor renunciou em meio ao processo de impeachment pelo Congresso Nacional em 1992. A nota só cita a palavra impeachment para se referir a Collor.

O instituto ainda comenta o relatório da Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência) que afirma que desde as eleições 32% dos eleitores de Dilma mudaram de opinião negativamente sobre o governo, acusando a Secretaria de sugerir “gastar mais dinheiro público com publicidade”.

“Como o que os petistas mais gostam é de desviar dinheiro pago pelo contribuinte, é fratricida no governo a briga para transferir para a mão de petistas a verba a ser despejada na publicidade oficial. Quem criou o mensalão e o petrolão entende do assunto”, diz.