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SÃO PAULO – Os principais índices de ações da Europa operam em alta nesta terça-feira (1), com desempenho positivo dos setores de mineração e automóveis. Os investidores também continuam de olho na crise política na Líbia e acompanham a agenda de indicadores econômicos.
| %Var Dia | Pontos | %Var 30D | %Var Ano | |
|---|---|---|---|---|
| DAX 30 | +0,82 |
7.332 | +3,23 |
+6,04 |
| CAC 40 | +0,60 |
4.135 | +3,31 |
+8,67 |
| FTSE 100 | +0,34 |
6.014 | +2,26 |
+1,94 |
| SMI | +0,69 |
6.656 | +1,96 |
+3,42 |
| IBEX 35 | -0,11 |
10.838 | +0,85 |
+9,93 |
| FTSE MIB | +0,60 |
22.601 | +2,62 |
+12,03 |
Na extensa agenda de indicadores econômicos europeus previstos para serem divulgados nesta terça-feira, o mercado deve dar maior atenção para a inflação e o desemprego na Zona do Euro. Segundo a Eurostat, agência oficial de estatísticas da Comissão Européia, o CPI (Consumer Price Index) registrou variação de 2,4% em fevereiro, ao passo que a taxa de desemprego em janeiro na região foi de 9,9%.
Destaques do pregão
O destaque deste pregão fica por conta do desempenho das ações do setor de mineração e automobilístico. Após a Fresnillo divulgar seu resultado, as ações da empresa avançam 2,51% em Londres. Outras mineradoras seguem trajetória semelhante: as ações da Rio Tinto ganham 1,62%, as da BHP Billiton, 1,05%, e as da Anglo American, 0,82%.
Entre as montadoras de automóveis, em Paris, os papéis da Peugeot avançam 2,22% e são acompanhados pelas ações da Renault, que marcam valorização de 0,50%. Em Frankfurt, a trajetória também é positiva: as ações da Daimler sobem 2,10%, enquanto as da BMW têm alta de 3,05% e as da Volkswagen, 1,86%.
Por outro lado, o setor financeiro aparece como destaque negativo deste pregão. Novamente em Paris, as ações do Société Générale recuam 0,45% e as do BNP Paribas, 0,57%, enquanto em Londres, os papéis do Barclays caem 0,56% e são seguidos pelos do HSBC, com queda de 2,14%.
Crise no mundo árabe
As tensões políticas no norte da África e Oriente Médio seguem na pauta dos investidores neste pregão. O foco principal fica sobre a Líbia, com os EUA e países da Europa estudando novas medidas contra o governo liderado por Muammar Khaddafi e os protestos e conflitos entre forças de segurança governistas e opositores.