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Improvável: Eurasia vê chance de 20% do impeachment ser barrado pelo Senado

Segundo eles, a estratégia do governo por novas eleições está cada vez mais clara, embora seja improvável que tenha sucesso

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SÃO PAULO – Mesmo que seja mais provável que o Senado aprove o processo de impeachment, “o jogo no Senado não pode ser tido como garantido”, diz o relatório da consultoria Eurasia. Segundo a equipe de analistas, liderada por Christopher Garman, ainda há uma chance de 20% de que o processo não passe no Senado. De acordo com a equipe da consultoria, o apoio público ao impeachment deve encolher se governo mantiver discurso de que movimento é ilegítimo e a Lava Jato atingir ainda mais o PMDB.

A Eurasia citou também a pesquisa Datafolha do último dia 10 que mostrou que o percentual de brasileiros que apoia o processo caiu de 68% para 61% em comparação com o levantamento divulgado em meados de março. “Isso sugere que o esforço do governo em desafiar o mérito de um pedido de impeachment baseado em crime de responsabilidade fiscal tem funcionado”, avalia. Segundo eles, a luta do PT pode fazer com que o percentual da população que defende o afastamento de Dilma, atualmente em 61%, recue para perto de 50%

Segundo eles, a estratégia do governo está cada vez mais clara, embora seja improvável que tenha sucesso. “Governo deve pressionar por eleições presidenciais antecipadas, que tem mais apoio popular que o impeachment, recorrer ao STF e levar às ruas trabalhadores organizados para condenar impedimento como ilegítimo”, diz a consultoria.

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A Eurasia lembra que, diferentemente da Câmara, onde o número de representantes é proporcional ao tamanho da população, no Senado cada Estado é representado pelo mesmo número de parlamentares: três. Assim, o Sul e o Sudeste representam 25% das cadeiras na Casa. “Em outras palavras, o apoio pró-impeachment está mais concentrado em Estados que estão menos representados no Senado”, afirmam os analistas.

Para completar, a consultoria afirma que as opiniões públicas podem começar a ter um papel mais importante no andamento do processo daqui para frente, diferentemente das últimas semanas, quando todos os olhos estavam voltados para as negociações no Congresso.

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