Homens x Mulheres: no que eles diferem na hora das compras?

A busca maior por preços mais baixos por parte das mulheres é apenas uma das diferenças, segundo pesquisa do Ibope

SÃO PAULO – A busca maior por produtos que facilitem o dia a dia, assim como por preços mais baixos são apenas alguns dos fatores que diferenciam homens e mulheres na hora de irem às compras.

Segundo revela pesquisa realizada pelo Ibope Mídia, 86% das mulheres gostam de produtos que facilitem o dia a dia, enquanto este percentual cai para 81% entre os homens.

Quando o assunto é a busca por preços mais baixos, a diferença é ainda maior, de 10 pontos percentuais, sendo que 80% delas têm tal atitude, frente a 70% deles.

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Ainda conforme o levantamento do Ibope, o percentual de mulheres que têm por hábito procurar ofertas e descontos e que planejam a compra de produtos caros é maior do que o verificado entre os consumidores do sexo masculino, sendo de 86% e 73%, contra 81% e 69%, respectivamente.

Na tabela abaixo é possível verificar outras diferenças entre o público masculino e o feminino.

Diferenças entre homens e mulheres na hora das compras
AtitudeHomensMulheres
Vale a pena pagar um pouco mais por produtos de higiene pessoal de boa qualidade80%86%
Quando é possível compra produtos e artigos produzidos no próprio país68%73%
Quando encontra uma marca que gosta se torna fiel a ela68%72%
Procura a marca dos produtos na embalagem66%71%
Costuma ler as informações no rótulo do produto60%69%
Gosta de marcas mais tradicionais64%64%
Gosta de mudar de marca frequentemente para variar e conhecê-las47%55%
Sente prazer em qualquer tipo de compra38%54%
Pede a opinião de outras pessoas antes de comprar algum artigo novo47%53%
Quando vê uma marca nova costuma comprar  para ver como ela é41%50%

Para este levantamento, o Ibope ouviu homens e mulheres, das classes AB, C e DE, com idades entre 18 e 64 anos, das regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília e nos interiores de São Paulo e das regiões Sul e Sudeste do Brasil.  As entrevistas foram feitas entre agosto de 2008 e 2009.