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O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que as medidas anunciadas pelo governo de Donald Trump precisam ser avaliadas com cautela, ao ser questionado sobre a nova tarifa de 25% imposta a países que negociam com o Irã.
“É mais uma novidade de Trump”, comentou Haddad em entrevista a jornalistas em frente ao Ministério da Fazendo, nesta terça-feira (13). De acordo com o ministro, situações como essa têm tornado o cenário internacional instável e representando um fator de risco para a economia brasileira.
Haddad também citou as recentes tensões dos EUA com a Groelândia e a Venezuela, e casos como do Canal do Panamá e comércio internacional. Apesar do comentário, o ministro afirmou que o governo não deve se pronunciar sobre as medidas antes de sua efetiva implementação.
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Resultados do governo
O ministro destacou os resultados do governo, como os dados de desemprego que atingiram patamares recorde. Haddad também comentou sobre a inflação dentro da meta e sobre o crescimento acima das projeções. De acordo com a avaliação de Haddad, os dados mostram um bom momento da economia brasileira.
Segundo ele, a Fazenda está cumprindo o que foi planejado ainda no fim de 2022. “Não existe fazer lição de casa. Existe um caminho que foi traçado no final de 2022 e nós estamos cumprindo rigorosamente”, disse.
Haddad ainda comentou sobre o déficit de 2025, que deve ficar em torno de 0,1% do PIB. Conforme o ministro, o dado pode mudar para 0,17% ao considerar exceções aprovadas pelo Congresso e decisões judiciais e, ainda, 0,48% com a incorporação integral dos precatórios.
De acordo com Haddad, o governo anterior deixou um déficit real entre R$ 170 bilhões e R$ 180 bilhões e que o valor foi reduzido em cerca de 2/3 em dois anos.
Oposição e fake news
O ministro aproveitou a ocasião para acusar a oposição de usar “dinheiro sujo” para contratar influenciadores para divulgar informação falsa, em especial, sobre a reforma tributária.
De acordo com Haddad, os influenciadores têm divulgado que a nova plataforma a ser lançada hoje, já começaria com novas cobranças de impostos.
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