Publicidade
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, saiu em defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva respeito do encontro com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, no final de 2024. Haddad minimizou o fato, dizendo que a reunião ocorreu quando havia apenas rumores de fraude. Segundo ele, Vorcaro “levou muita gente no bico”.
“Imaginavam que ali tratava-se de um grande empresário, um banqueiro emergente”, destacou o ministro em entrevista ao portal Metrópoles.

Paraná Pesquisas: Lula lidera 1º turno, mas empata contra Flávio ou Tarcísio no 2º
Pela projeção, Ratinho Jr é o único candidato prontamente derrotado pelo petista em um eventual 2º turno

Haddad afirma que deixará o Ministério da Fazenda em fevereiro
Haddad voltou a defender as qualidades de Dario Durigan, atual secretário-executivo da Fazenda, para assumir o ministério com a sua saída
Questionado sobre a atuação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo na condução do processo de liquidação do Banco Master, Haddad afirmou o presidente tomou todas as providências necessárias para impedir o que classificou como “a maior fraude bancária da história”.
“O Gabriel tomou todas as providências necessárias, com o envolvimento do Ministério Público e da Polícia, que é adequado quando a questão transcendia a uma operação bancária legítima. Uma coisa é um banqueiro fazer mau negócio e quebrar, outra coisa é quando envolve fraude e gestão obscura”, exemplificou.
“Sou testemunha que isso [fraude do Banco Master] foi tratado do começo do ano passado para cá, com muita diligência e com muito cuidado”, afirmou o ministro.
Haddad pontuou que, até a nomeação de Galípolo para o BC, não haviam apontamentos de que o caso fosse criminoso, apenas “um negócio mal feito, insustentável, que não ia dar certo”.