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Novo socorro

Governo está elaborando junto com Congresso viabilização de novo auxílio emergencial, diz fonte

Ideia é viabilizar o benefício já em março, mas são necessárias compensações que criem espaço para o socorro que pode alcançar até 30 milhões de brasileiros

Presidente da Câmara, Arthur Lira e Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, se reuniram com o Ministro da Economia, Paulo Guedes e Ministro da Segov, General Luiz Eduardo Ramos, para discutir as reformas, as vacinas contra Covid-19 e o auxílio emergencial
Luis Macedo / Câmara dos Deputados

RIO DE JANEIRO – O governo está elaborando em conjunto com representantes do Congresso o texto para viabilizar novo auxílio emergencial, numa estratégia adotada para acelerar a futura votação e evitar eventuais desgastes, disse à Reuters uma fonte próxima das negociações.

A ideia é viabilizar o novo auxílio já em março, mas são necessárias compensações que criem espaço para o socorro que pode alcançar até 30 milhões de brasileiros.

“As equipes técnicas do Ministério da Economia e do Congresso estão trabalho juntas nesse processo”, disse a fonte à Reuters. “Isso pode dar celeridade.”

Os estudos para viabilizar a ajuda de 250 reais por quatro meses devem ser finalizados ainda esta semana. Mas há pressão de alguns congressistas por uma valor maior.

“Essa é uma matéria sob exame“, disse a fonte. “Temos que ter compromisso com a saúde mas também com a responsabilidade fiscal. Por isso a importância de passar a PEC de Guerra e o Pacto Federativo“, completou.

Na véspera, fonte do governo informou à Reuters que a expectativa é de o governo federal viabilizar em até três semanas o novo auxílio emergencial, que seria de 250 reais e duraria até quatro meses, desde que seja encaminhada uma agenda pelo Congresso Nacional que inclua votação de propostas para abrir espaço fiscal e reformas.

O governo pagou em 2020 auxílio emergencial a 64 milhões de brasileiros, gerando um custo de quase 300 bilhões de reais.