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Fitch: novo governo da Espanha precisa definir medidas adicionais

Vitória do Partido Popular, de centro direita, nas eleições de domingo abre janela de oportunidade, diz a agência

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SÃO PAULO – A Fitch Ratings reiterou nesta terça-feira (22) que o governo recém-eleito da Espanha precisa regular medidas adicionais para cumprir as metas de redução de déficit definidas no programa de estabilidade do país.

O Partido Popular espanhol, de centro direita, obteve maioria esmagadora na eleição parlamentar de domingo, o que mostrou a insatisfação dos eleitores ao governista Partido Socialista por conta da crise econômico do país. Na opinião da Fitch, a vitória abre uma janela de oportunidade.

“Para melhorar as expectativas do mercado sobre sua capacidade de crescer e reduzir a dívida dentro dos limites da Zona do Euro, [o novo governo] deve surpreender positivamente os investidores com um ambicioso e radical programa de reformas fiscal e estrutural”, diz a agência em comunicado.

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Títulos da dívida
A agência destaca o compromisso da Espanha com a disciplina fiscal e a trajetória de ajusta dos últimos meses. Contudo, a Fitch destacou que a dívida pública no próximo ano chegará a 72% do PIB (Produto Interno Bruto), um nível que qualifica como “sustentável”, apesar do aumento das taxas de juro de longo prazo.

No entanto, a agência acredita que os riscos têm aumentado com o agravamento da crise da dívida. O rendimento dos títulos da dívida espanhol foram puxados para cima e as expectativas de crescimento no curto prazo caíram.

A Fitch cortou o rating de crédito da Espanha de AA+ para AA- no último dia 7 de outubro, com perspectiva negativa.