Discurso

“Eu envergo, mas não quebro”, diz Dilma na Marcha das Margaridas

Ao chegar no encotnro, Dilma foi saudada pela plateia aos gritos de "não vai ter golpe" e "fora, Cunha"

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SÃO PAULO – Em encontro com cerca de 10 mil trabalhadoras rurais ao término da “Marcha das Margaridas”, realizado no Estádio Mané Garrincha em Brasília, a presidente Dilma Rousseff (PT) citou um verso de uma música de Lenine para mostrar que não irá se abater nem sobre as críticas nem sobre as ameaças que cercam seu governo: “Eu envergo, mas não quebro”.

A presidente reafirmou a parceria do governo com as militantes do campo por “justiça, autonomia, igualdade, liberdade, democracia e não ao retrocesso”. Ao chegar no estádio, Dilma foi saudada pela plateia aos gritos de “não vai ter golpe” e “fora, Cunha”. Anunciada como a “Margarida de coração valente”, a presidente disse que continuará trabalhando para não permitir que ocorra “qualquer retrocesso nas conquistas sociais e democráticas do nosso país”.

“As margaridas têm capacidade de organização e de luta que é notável. E essa capacidade de luta contra a opressão inspiram todas as mulheres. Vocês são um exemplo. E quero dizer que inspiram a mim, a presidente da República, e todo meu governo, que precisa ter diálogo com vocês para fazer esse país ter igualdade de oportunidades para homens e mulheres”, disse a petista.

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“Nós não deixaremos que haja retrocessos. E juntos, nós margaridas, que geramos a vida, não deixaremos que ocorra qualquer retrocesso nas conquistas sociais e democráticas do nosso país”, completou Dilma.