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“Estamos na guerra, se morrer, faz parte”, diz Jucá sobre lista de Janot

Para Jucá, a resposta que o Congresso deve dar às investigações é trabalhar para aprovar as reformas, enquanto as questões jurídicas devem ser resolvidas no STF

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SÃO PAULO – Romero Jucá (RR), líder do governo no Senado e presidente nacional do PMDB, afirmou nesta terça-feira (14) que o Congresso não pode ficar paralisado e “tremendo” enquanto aguarda a divulgação dos nomes que estão na lista do Procurador-Geral da União, Rodrigo Janot, entregue hoje ao STF (Supremo Tribunal Federal).

As informações são do jornal O Globo, que entrevistou o senador. Para Jucá, a resposta que o Congresso deve dar às investigações é trabalhar para aprovar as reformas, enquanto as questões jurídicas devem ser resolvidas no STF. “Estamos na guerra e, se morrer na guerra, acontece, faz parte”, disse.

Janot enviou hoje ao STF (Supremo Tribunal Federal) 83 pedidos de abertura de inquérito, a partir dos acordos de colaboração premiada firmados com 77 executivos e ex-executivos das empresas Odebrecht e Braskem. Apesar disso, os nomes permanecem sob sigilo.

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Também foram solicitados 211 declínios de competência para outras instâncias da Justiça, nos casos que envolvem pessoas sem prerrogativa de foro, além de 7 arquivamentos e 19 outras providências.