Discurso confiante

“Eleitores vão pensar em quem tirou 36 milhões de pessoas da pobreza”, diz Dilma

Ao lado de Lula e Padilha, presidente afirmou que o país vive outro momento e que agora "o filho do trabalhador pode virar doutor".

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SÃO PAULO – Acompanhada de seu fiel escudeiro e padrinho político Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente Dilma Rousseff demonstrou confiança de que vencerá a corrida presidencial e afirmou que os eleitores vão pensar em quem tirou 36 milhões de pessoas da pobreza quando estiverem diante das urnas. 

Em comício realizado na noite desta segunda-feira (29) na zona sul de São Paulo, a petista afirmou que a eleição é hora de “parar, pensar e ir pra rua disputar voto”, acrescentando que o bairro do “Campo Limpo é um lugar especial para todos nós do PT, e também para os partidos que nos apoiam”.

“É hora de a onça beber água e a gente vai botar os pingos nos is”, falou de maneira contundente a candidata à reeleição pelo PT, reforçando a importância do comparecimento do eleitorado às urnas neste domingo.

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“Uma parte do destino do nosso país estará em questão. Fui eleita para dar continuidade às conquistas do presidente Lula”, disse Dilma, citando o Minha Casa Minha Vida e o Pronatec.

De acordo com a presidente, quem não defende as conquistas, não consegue seguir adiante e reforçou que os 12 de governo petista vão impulsionar seu desempenho nas urnas.  

“Nós tiramos o País do mapa da fome. O filho do trabalhador pode fazer uma escola particular, pode virar doutor”, explicou a petista. “Nós estamos vivendo um outro momento no nosso país”. 

Em linha com o discurso de Lula, Dilma evitou desferir críticas contra seus opositores na esfera federal e preferiu criticar indiretamente o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que disputa reeleição e tem uma grande vantagem frente ao candidato do PT, Alexandre Padilha.

“Muitas das bandeiras do governo estadual são mentiras, já que todas tem recursos federais”, apontou a presidente. “Monotrilho, metrô e rodoanel foram feitos com o nosso dinheiro, com recurso federal”, concluiu.