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Eleições ditam o rumo da Bolsa; confira as 10 notícias que agitaram o 1º semestre

Depois de um primeiro bimestre marcado pelo forte pessimismo dos investidores, a possibilidade de mudança revelado pelas pesquisas eleitorais de março trouxe euforia na Bovespa

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SÃO PAULO – Os primeiros seis meses de 2014 podem dar enfim motivos para os investidores darem um leve respiro de alívio após os prejuízos que o ano anterior deixou no mercado brasileiro. Ao contrário da queda acumulada de 15,5% em 2013, o Ibovespa marcou ganhos de 3,2% entre janeiro e junho deste ano, período em que as pesquisas eleitorais roubaram a cena, ofuscando o pessimismo geral com do mercado com relação aos indicadores macroeconômicos do País.

Depois de um primeiro bimestre marcado pelo forte pessimismo dos investidores com relação aos emergentes e, sobretudo, o Brasil, que dava cada vez mais claras sinalizações de deterioração das contas públicas e perda de controle inflacionário, a possibilidade de mudança revelado pelas pesquisas eleitorais de março em diante trouxe euforia à Bovespa. Cada indício de queda da presidente Dilma Rousseff na corrida eleitoral passou a ser fortemente comemorado pelos investidores.

Para entender um pouco melhor como foi esse primeiro semestre na Bovespa, o InfoMoney preparou uma lista com as 10 notícias que mais movimentaram o mercado neste semestre. Confira:

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S&P vê falta de comprometimento do governo e rebaixa rating do Brasil para BBB-
A agência de classificação de risco Standard & Poor’s acaba de anunciar o rebaixamento do rating em moeda estrangeira e de longo prazo do Brasil, que passou de BBB para BBB-. A perspectiva para a nova nota é estável, a despeito da expectativa negativa do rating anterior, informa a agência em seu site. [Clique aqui para ler]

Dilma cai 3 pontos em pesquisa, mas ainda venceria no 1º turno, aponta Ibope
Em nova pesquisa Ibope, divulgada nesta quinta-feira (17), a presidente Dilma Rousseff caiu novamente nas intenções de voto. A atual presidente caiu de 40% das intenções em março para 37% em abril. Esta é a maior perda acumulada de eleitores da Dilma desde que sua popularidade entrou em queda, no início deste ano. [Clique aqui para ler]

Pimco vê falta de “Ordem e Progresso” e diz que Brasil precisa mudar política equivocada
A Pimco, maior gestora de bônus emergentes do mundo, avalia que o clima para investimentos no Brasil foi caracterizado em 2013 por qualquer coisa menos “Ordem e Progresso”, numa alusão à mensagem na bandeira nacional. [Clique aqui para ler]

As 5 cartadas de Mantega para trazer a “nova ascensão” da Bovespa
Em evento realizado na BM&FBovespa na manhã desta segunda-feira (16), o ministro da Fazenda Guido Mantega destacou as medidas para incentivar a entrada de empresas pequenas e médias na Bolsa bem como a maior participação do investidor pessoa física nas movimentações do mercado de capitais nacional, como já era amplamente esperado pelo mercado ao menos desde a semana passada. [Clique aqui para ler]

Pasadena foi só o começo: 4 maus negócios da Petrobras que vieram à tona em 2014
A Petrobras (PETR3; PETR4) sempre foi apontada como a empresa dos brasileiros e, apesar de controvérsias sobre a sua gestão, a imagem da estatal ainda se mantinha. Contudo, com diversos escândalos afetando a companhia nos últimos meses, a visão dos brasileiros sobre a empresa foi bastante danificada, tendo como ponto central de eclosão o caso da refinaria norte-americana de Pasadena, que ganhou novo desenrolar no final de março. [Clique aqui para ler]

Contas do Governo têm pior maio da história: déficit de R$ 10,5 bilhões
As contas do governo central fecharam maio com o pior resultado da história para o mês: o déficit atingiu R$ 10,502 bilhões, informou nesta sexta-feira (27), o Tesouro Nacional. O resultado, que engloba o desempenho das contas do Tesouro, INSS e Banco Central, é o pior da série histórica do órgão para meses de maio, que começa em 1997. O segundo pior resultado foi registrado em maio de 1999, mas nem havia chegado na casa dos bilhões: déficit R$ 650 milhões. [Clique aqui para ler]

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Banco Mundial vê crescimento da China atingindo a meta mas pede reformas
A China provavelmente atingirá sua meta de crescimento econômico de 7,5% este ano, disse o Banco Mundial nesta sexta-feira, mas tem que insistir com reformas fiscais e no setor financeiro para lidar com a raiz de seus problemas de dívida. [Clique aqui para ler]

Fed reduz estímulos, corta projeções para PIB e vê juros subindo mais rápido nos EUA
Mais uma redução no QE3 (Quantitative Easing 3), o programa de estímulos ao reaquecimento da economia dos Estados Unidos, foi anunciado após reunião do Fomc (Federal Open Market Committee) realizada na tarde desta quarta-feira (18). As sinalizações cada vez mais claras de que a maior economia do mundo estaria se recuperando da crise de 2008 permitiram aos dez membros votantes do Federal Reserve aprovarem, por unanimidade, um corte de mais US$ 10 bilhões mensais nas compras de títulos públicos, agora em até US$ 35 bilhões. [Clique aqui para ler]

FMI corta crescimento dos EUA em 2014 e no longo prazo e diz que pleno emprego está longe
O FMI (Fundo Monetário Internacional) reduziu a sua estimativa para o crescimento dos EUA em 2014 de 2,8% em abril para 2%. O fundo ainda espera um crescimento de 3% em 2015. [Clique aqui para ler]

Brasil cresce menos do que média mundial prevista pelo FMI, mas é um dos mais altos
O crescimento de 2,3% da economia brasileira em 2013 ficou abaixo da estimativa feita pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para a média mundial, que é de 3%. Os dados foram fornecidos hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). [Clique aqui para ler]