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Revés para Dilma

Dois vice-líderes do governo no Senado anunciam apoio à admissibilidade do impeachment

Se o processo for admitido pela casa, Dilma será afastada do cargo por até 180 dias

SÃO PAULO – Nesta sexta-feira, a presidente Dilma Rousseff recebeu mais uma notícia negativa. Dois vice-líderes do governo no Senado, Wellington Fagundes (PR-MT) e Hélio José (PMDB-DF), anunciaram que votarão pela admissibilidade do processo de impeachment contra a presidente. Se o processo for admitido pela casa, Dilma será afastada do cargo por até 180 dias. 

Fagundes manifestou-se pela admissibilidade do processo, mas disse que não tem uma posição formada sobre o mérito da questão. “Não vou aqui me submeter às pressões daqueles que querem a antecipação do voto, até porque seremos julgadores. O juiz não pode antecipar o seu voto”, afirmou em plenário.

Na avaliação de Wellington Fagundes, o Senado precisa dar uma resposta rápida à população. “Nós temos pressa porque esse processo não pode ficar perdurando e a população na incerteza e o cidadão que está desempregado, ele quer uma solução para este país. Então, acredito que, dentro de uma semana, estaremos votando. Vamos votar, sim, pela admissibilidade, porque politicamente o país já está maduro para isso”.

Já Hélio José se disse favorável à admissão do processo de impeachment pelo Senado, mas negou que esteja fazendo prejulgamento da presidente. “Na comissão [especial do impeachment], serei pela admissão do processo. O que não quer dizer que estamos fazendo prejulgamento de nada, pois a análise será feita depois, durante os 180 dias, quando teremos nossa posição de juiz tomada no momento certo. Não cabe a um juiz proferir sua sentença antes do julgamento”. 

Hélio José também defendeu o vice-presidente da República, Michel Temer, que é presidente licenciado do PMDB. “O nosso presidente Michel Temer está fazendo reuniões e se organizando para o caso de assumir o governo, a partir da primeira quinzena de maio. Isso não é golpe. Isso é organizar uma situação para que possamos assumir o governo, caso isso venha a ocorrer”.

(Com Agência Senado) 

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