Dois Estados não devem aderir à subvenção ao diesel importado, diz Alckmin

Governo tenta conter a alta no combustível, mas duas das 27 unidades federativas aindfa se mostram resistentes à proposta

Reuters

Vice-presidente Geraldo Alckmin. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Vice-presidente Geraldo Alckmin. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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(Reuters) – ⁠O vice-presidente e ⁠ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio ‌e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, disse nesta quinta-feira que apenas ‌2 das 27 unidades da federação indicaram que não vão aderir à subvenção a importadores de diesel, medida ⁠que ‌terá custo dividido entre ⁠União e Estados.

Em entrevista a jornalistas antes de deixar o cargo de ministro, Alckmin afirmou que outros “dois ou ​três” Estados ainda estão avaliando a proposta, com o ​restante se mostrando a favor da medida. Ele não especificou os Estados.

O vice-presidente também afirmou que o ‌presidente Luiz Inácio ​Lula da Silva está nas “últimas conversas” para decidir quem será seu substituto no ⁠posto ​de ​ministro do MDIC.

Lula disse nesta semana que ⁠Alckmin será o ​candidato a vice-presidente em sua chapa à reeleição em outubro ​deste ano. Para concorrer ao cargo, ele precisa ​deixar o ⁠posto de ministro seis meses antes ⁠da eleição, até dia 4 de abril, mas pode seguir na cadeira de vice-presidente.