Perspectivas

Dois debates, pesquisas e mais 3 eventos que irão definir a semana pré-eleições

Tudo que o investidor precisa saber antes de operar na próxima semana

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SÃO PAULO – Apesar de superar sua máxima em um mês, aos 80 mil pontos, a tensão eleitoral não deixou que o Ibovespa encerrasse a semana com ganhos, ficando próximo da estabilidade já se preparando para a semana decisiva antes do primeiro turno das eleições. E com uma agenda de indicadores mais “tranquila”, o cenário político terá ainda mais força.

Entre os principais eventos, os dois últimos debates presidenciáveis serão as últimas chances para os candidatos usarem todas as suas armas para garantirem uma vaga no segundo turno. O primeiro ocorre neste domingo, na TV Record, às 22h, enquanto na quinta-feira (4), a TV Globo encerra o ciclo de debates do primeiro turno.

Enquanto isso, o calendário de pesquisas eleitorais fica bastante agitado. Ainda no domingo está programada uma nova CNT/MDA, enquanto na segunda-feira (1) sai uma do BTG/FSB, além de um Ibope contratado por Globo e Estadão. No dia seguinte será a vez do Datafolha apresentar um levantamento, enquanto na quarta-feira (3) o Ibope volta a divulgar outra pesquisa.

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Além de ser o momento decisivo pré-eleição, estas pesquisas serão decisivas para mostrar o desempenho de Jair Bolsonaro (PSL) após as recentes declarações de seu vice, general Mourão, sobre o fim do 13º salário, e também com as denúncias divulgadas pela Folha de S. Paulo e Veja sobre sua ex-mulher.

Do outro lado, os dois debates deverão contar com novos ataques dos candidatos ao petista Fernando Haddad e com citações às declarações de Mourão. Vale ressaltar que ainda existe uma chance de Bolsonaro participar do encontro de presidenciáveis da Globo, apesar de ser bastante remota a possibilidade.

Agenda de indicadores
A semana começará com alguns dados de PMI da indústria e de serviços no mundo todo, em especial na China, onde o desempenho deste dado é mais acompanhado pelo mercado. No Brasil, a terça-feira (2) contará com a divulgação da produção industrial, que segue delicada principalmente após a greve dos caminhoneiros.

O principal indicador, porém, será o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de setembro, que a Rosenberg Associados espera uma variação de 0,48%, indicando uma aceleração na margem em relação ao mês anterior, quando variou -0,09%. Com isso, no acumulado de 12 meses, a inflação nacional deve passar de 4,19% para 4,53%, levando o índice levemente acima da meta do Banco Central.

No exterior, a atenção fica para os dados de emprego nos Estados Unidos. Na quarta-feira (3) sai o ADP, um dos mais importantes indicadores do setor, enquanto na sexta-feira (5) será a vez do relatório de emprego, com diversos dados que são acompanhados de perto pelo Federal Reserve para definir sua política monetária.

Para conferir a agenda completa de indicadores, clique aqui.

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