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Dilma sofre reviravolta em casa de aposta: de chance de 60% de ganhar para 60% de perder

Após o falecimento de Campos em um trágico acidente aéreo, a corrida eleitoral tornou-se a mais procurada do setor de política da casa de apostas da Unibet: virada de Dilma surpreendeu

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SÃO PAULO – A Copa do Mundo acabou, mas as apostas sobre importantes eventos continuam nos sites especializados. E, desta vez, as apostas são nas eleições brasileiras: a reviravolta no cenário político brasileiro logo após a morte de Eduardo Campos (PSB) levou a um grande interesse por parte dos apostadores do Unibet, site com sede em Londres.

Após o falecimento de Campos em um trágico acidente aéreo, a corrida eleitoral tornou-se a mais procurada do setor de política da casa de apostas, de acordo com o jornal O Estado de S. Paulo. A brincadeira é proibida no Brasil, mas é bastante comum em alguns países e pode servir como um termômetro da disputa eleitoral. 

A Unibet tem origem sueca e tem nos esportes o principal foco de atuação. A primeira vez que ela abriu as apostas para cenários políticos foi sobre as eleições da Suécia e, neste ano, o Brasil estreou neste tema. 

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Como no caso do Brasil era tudo uma novidade, a expectativa era de que poucas apostas fossem feitas. Acreditando que haveria poucos interessados, o site decidiu fazer uma apresentação bem simples sobre quem seria o próximo presidente do Brasil: Dilma Rousseff ou outro candidato? Esta opção foi feita porque imaginava-se que os demais concorrentes não seriam tão conhecidos no mundo, em especial na Europa. 

Quando as apostas começaram, 60% dos participantes acreditavam que a presidente seria reeleita mas, logo após o acidente que levou à morte de Campos, a tendência virou. Agora, 60% dos participantes acreditam que “outro candidato” ganhará. 

Para cada valor apostado, há um valor de retorno para quem acertar o resultado. A aposta apontada como menos provável é a que apresenta maior chance de retorno. Na última terça-feira à tarde, quem acreditava na vitória de Dilma teria um retorno de US$ 2,10 por dólar investido caso ela fosse eleita; se “outro” vencesse a disputa, o retorno seria de US$ 1,67 por dólar.

Depois do primeiro debate televisionado, na Rede Bandeirantes, o retorno para quem apostasse na petista aumentou: US$ 2,75 contra US$ 1,40 para quem acertasse o outro candidato, patamar este que se manteve até esta sexta-feira, o que poderia ser interpretado que os seus adversários foram melhores que a atual presidente.