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Eleições

Dilma Rousseff se beneficiaria caso voto não fosse obrigatório, aponta Datafolha

Se tivessem opção, 57% dos eleitores não votariam no próximo dia 5 de outubro, aponta a pesquisa; eleitores de candidatos da oposição compareciam menos às urnas do que os de Dilma

SÃO PAULO – Além da corrida presidencial, a pesquisa Datafolha concluída na última quinta-feira (8) e divulgada no último domingo pelo jornal Folha de S. Paulo revelou que 61% dos eleitores rejeitam o voto obrigatório, regra prevista no artigo 14 da Constituição.

Se tivessem opção, 57% dos eleitores não votariam no próximo dia 5 de outubro, outro recorde, aponta a publicação. Desde 1989, o levantamento é feito e, nas eleições anteriores, o total dos que não votariam se não houvesse obrigatoriedade nunca passou dos 50%. 

E, se o voto não fosse obrigatório, a atual presidente Dilma Rousseff poderia se beneficiar. Entre os eleitores da atual presidente, 43% dizem que não compareceriam às urnas se a eleição não fosse obrigatória, enquanto os eleitores dos candidatos à oposição não participariam do pleito numa proporção bem maior.

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Entre os que apoiam Aécio Neves (PSDB), 58% deixariam de votar caso não existisse a obrigatoriedade enquanto entre os adeptos de Eduardo Campos (PSB), 62% faltariam.

A última pesquisa Datafolha para eleição presidencial foi revelada na última sexta-feira e apontou Dilma Rousseff com 37% dos votos, ainda na dianteira entre a preferência do eleitorado para se reeleger à presidência. 

 Contudo, as chances de arrematar as eleições logo no primeiro turno diminuíram consideravelmente dado o crescimento de 4 pontos percentuais na intenção de voto em Aécio, para 20%. Enquanto isso, Eduardo Campos passou de 10% para 11% das intenções de voto.