Segundo Folha

Dilma prepara “bunker de resistência” e viagens para denunciar “golpe” pelo Brasil

Ministros da petista não deverão fazer parte oficialmente do grupo aliado que se reunirá no Alvorada

SÃO PAULO – A presidente Dilma Rousseff teria definido as linhas gerais da estratégia para seus dias de afastamento do cargo, a ser implementada no Palácio da Alvorada a partir da próxima semana com uma equipe de no máximo 15 assessores. Conforme conta reportagem do jornal Folha de S. Paulo, a mandatária deverá deixar o cargo no dia seguinte à votação do plenário do Senado — caso mais da metade da casa vote por seu afastamento e a continuidade do julgamento por crime de responsabilidade — em ato simbólico descendo a rampa principal do Palácio do Planalto acompanhada de ministros, assessores e possivelmente do ex-presidente Lula.

Ministros de estado da petista não deverão fazer parte oficialmente do grupo aliado que se reunirá no Alvorada, deverão cumprir quarentena pelos cargos que ocuparam, mas tendem a colaborar com Dilma. Entre o seleto grupo que atuará da residência oficial presidencial estariam, segundo a reportagem, Giles Azevedo, José Eduardo Cardozo, Carlos Gabas, Tereza Campello, Alessandro Teixeira e Bruno Monteiro.

Assessores de Dilma também contariam com autorização do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para que a presidente tenha à disposição um avião da FAB, carros e seguranças. Desta forma, seria mais fácil de a petista se deslocar pelo país para denunciar o que chama de golpe do qual foi alvo.

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