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Em entrevista

Dilma: “não é a mim que tem de perguntar sobre caixa 2; Santana tratou com a tesouraria do PT”

Em entrevista à Rádio Educadora, de Uberlândia, presidente afastada falou novamente sobre a denúncia de caixa 2 em sua campanha; ela ainda negou que tenha falado com Renan que queria terminar com "agonia do impeachment"

SÃO PAULO – Em entrevista para a Rádio Educadora, de Uberlândia (MG), a presidente afastada Dilma Rousseff falou novamente sobre a denúncia de caixa 2 na sua campanha de 2010, dando a entender que o problema foi de seu partido, o PT. Na semana passada, o publicitário e conselheiro da presidente afastada em algumas campanhas João Santana e sua esposa, Mônica Moura, afirmaram que US$ 4,5 milhões recebidos em conta na Suíça tiveram como origem caixa 2 na campanha de Dilma. 

“Se ele (João Santana) recebeu US$ 4,5 milhões, não foi da organização da minha campanha, porque ele diz que recebeu isso em 2013. A campanha começa em 2010 e, até o fim do ano, antes da diplomação, ela é encerrada. Tudo que ficou pendente sobre pagamentos da campanha passa a ser responsabilidade do partido. Minha campanha não tem a menor responsabilidade sobre em que condições pagou-se dívida remanescente da campanha de 2010. Não é a mim que você tem de perguntar isso. Ele tratou essa questão com a tesouraria do PT”, alegou. 

A presidente afastada ainda negou que tenha dito ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), querer “acabar logo com essa agonia” do impeachment. Ela também negou que esteja cansada.  “Eu não estive com ele na semana passada nem retrasada. Há uma tentativa sistemática da mídia de querer passar uma imagem de que eu estou disposta a renunciar, que estou cansada. Eu não estou cansada, estou plenamente disposta a lutar até o último minuto pelos meus direitos”, afirmou. A petista disse não ser verdade que há perspectivas desfavoráveis a ela sobre a futura votação no Senado. 

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(Com Agência Estado)