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Dilma diz na ONU que esforço para conter efeitos da crise “chegou ao limite”

Na ONU, Dilma diz que Brasil não possui problemas estruturais e tem como superar as dificuldades

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A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira, em discurso na Assembleia-Geral da ONU, que o Brasil atravessa problemas conjunturais, e não estruturais, e tem condições de superar as dificuldades, pois a economia é mais forte do que há alguns anos.

Primeira chefe de Estado a discursar na 70ª Assembleia-Geral, Dilma reiterou apelo por uma reforma no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas para promover a inclusão de novos países membros, permanentes e não permanentes.

A presidente ainda afirmou que a baixa do preço das commodities e fatores fiscais “internos e externos” levaram a que se sentissem os efeitos da crise econômica brasileira. “Estamos em um momento de transição para um novo ciclo de crescimento”, afirmou Dilma. Segundo ela, o governo tentou “por seis anos evitar que os efeitos da crise econômica mundial chegasse ao nosso país”.

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“Por seis anos, buscamos evitar que os efeitos da crise mundial que eclodiu em 2008, no mundo desenvolvido, se abatessem sobre nossa economia e nossa sociedade. Por seis anos, adotamos um amplo conjunto de medidas reduzindo impostos, ampliando o crédito, reforçando o investimento e o consumo das famílias. Esse esforço chegou agora no limite, tanto por razões fiscais internas como por aquelas relacionadas ao quadro externo”, afirmou.

Dilma pontuou os avanços feitos pelo Brasil contra as emissões de gases do efeito estufa, prometendo coibir o desmatamento ilegal. 

Para ela, “o governo e a sociedade brasileira não toleram e nem tolerarão corrupção”. Segundo a presidente, “queremos um País em que seus governantes se comportem rigorosamente em suas funções”. 

(Com Reuters)



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