Devemos cortar despesas no curto, médio e longo prazo, diz Alckmin

As declarações ocorreram em evento da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo

Estadão Conteúdo

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que também comanda o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços - MDIC (Foto: Edu Andrade/ Ascom/ MF)
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que também comanda o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços - MDIC (Foto: Edu Andrade/ Ascom/ MF)

Publicidade

O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou, neste sábado, 15, que o governo pretende cortar despesas no curto, médio e longo prazo. As declarações ocorreram em evento da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo (FETCESP). Segundo Alckmin, ainda não há data para o governo apresentar as propostas, mas as medidas devem ser divulgadas.

Em menos de 1 minuto, simule seus investimentos e tenha em mãos uma carteira recomendada por especialistas da XP.

“Não tem nenhuma definição ainda de data, mas o fato é que nós devemos procurar ter cortes no curto prazo, medidas que têm resultado mais rápido, no médio e no longo prazo”, declarou, a jornalistas.

Continua depois da publicidade

Alckmin acrescentou: “Porque você precifica. Mesmo que tenha uma medida que vai se estender por vários anos, ela é trazida a valor presente”. O vice-presidente também afirmou que com “uma melhor política fiscal” haverá juros mais baratos e crescimento econômico.

Leia também: Lula diz que Haddad jamais ficará enfraquecido no cargo e fala em rediscutir gastos

Na ocasião, ele também defendeu a aprovação da regulamentação da reforma tributária no Congresso Nacional e disse que “o mais difícil foi feito”, em relação à lei geral promulgada no fim do ano passado.

Continua depois da publicidade

“Estamos otimistas. O caminho é o diálogo”, disse Alckmin. “Nada é fácil, mas mostrando, argumentando… e política não se obriga: se convence, se conquista. E a gente faz isso com diálogo.”

A regulamentação da reforma tributária está sob análise de grupos de trabalho na Câmara dos Deputados. As novas regras envolvem temas como a inclusão de alimentos na cesta básica nacional, as regras para o cashback de impostos, o imposto seletivo e o comitê que vai gerenciar a arrecadação e a distribuição dos tributos.

De acordo com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), a expectativa é de que as propostas do Ministério da Fazenda sejam examinadas e votadas até julho.

Tópicos relacionados