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Depois do PMDB, PP, PR e PSD também devem decidir por deixar o governo Dilma

Conforme destaca o jornal O Estado de S. Paulo, outros partidos do chamado "centrão" já dão sinais de saída do governo

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SÃO PAULO – Com a saída iminente do maior partido da base aliada, o PMDB, do governo da presidente Dilma Rousseff, os partidos do chamado “centrão” também começam a dar sinais de desembarque. Segundo informa o jornal O Estado de S. Paulo, PP, PR e PSD devem decidir por deixar o governo. O PSD, que possui a pasta das Cidades, comandada por Gilberto Kassab, liberou os seus 31 deputados para votar o impeachment como quiserem, tendência esta que deve ser seguida pelo PP, que conta com 49 deputados. No Senado, a bancada de 3 senadores do PSD também deve ser liberada. 

Os cálculos de lideranças do partido apontam que entre 70% e 80% dos peessedistas devem votar pelo impeachment na Câmara. No PP, o presidente Ciro Nogueira afirmou que será difícil segurar a bancada: pelos cálculos da direção, dos 49 deputados da legenda, pelo menos 15 são declaradamente a favor do impeachment e outros 35 “aguardam” definição oficial da presidência da legenda sobre como votar. 

Após a reunião do PMDB hoje, as legendas devem se reunir para avliar o posicionamento. Em destaque, está ainda o PR: apesar de mais da metade dos 40 deputados do PR defender o impeachment, o ministro dos Transportes, Antonio Carlos Rodrigues, que é do partido, diz que, se depender dele, a sigla “não sai do governo de jeito nenhum”. Já o PTB, com 19 deputados, deve tomar uma decisão após o deputado Jovair Arantes apresentar seu relatório na Comissão do Impeachment. A maior parte dos 19 deputados é pró-impedimento da presidente.

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