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Eleições

Debate do SBT será dia 16, mas Folha não participará por condições de Dilma e PT

Jornal não participará do encontro entre Dilma e Aécio porque a campanha da petista vetou qualquer pergunta de jornalistas

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SÃO PAULO – Com a imprensa se preparando para a série de debates entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) na corrida do segundo turno, o jornal Folha de S. Paulo decidiu que não irá participar do encontro promovido pelos seus parceiros Uol, SBT e rádio Jovem Pan, no dia 16 às 18h (horário de Brasília), por conta das condições estabelecidas pelo PT e pela campanha de Dilma, que vetou perguntas de qualquer jornalista.

Essa condição já tinha sido apresentada pelo Blog Radar On-line, da Veja, que afirmou que o debate da Rede Record, no dia 19 de outubro não terá participação de nenhum jornalista, sendo que os dois candidatos apenas farão perguntas um para o outro. De acordo com a Folha, esta condição foi colocada para os encontros promovidos pela Rede Bandeirantes, no dia 14, e também para a Rede Globo, no dia 24, que será a única que terá um bloco de perguntas, mas estas serão feitas por eleitores indecisos selecionados pela emissora.

Segundo o jornal, a campanha de Aécio também não queria que jornalistas fizessem perguntas, mas cedeu nos últimos dias e aceitou que o debate tivesse um bloco voltado para questionamentos da imprensa, mesmo assim o PT não cedeu. De acordo com a Folha, Rui Falcão, presidente do partido, afirmou que “o debate no segundo turno deve ser entre os candidatos, um contra o outro. Se for para fazer perguntas de jornalistas, é melhor fazer uma entrevista, como a presidente tem feito”.

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Em sua matéria, a Folha ainda apresentou o posicionamento de seu editor-executivo, Sérgio Dávila. “Os debates são muito engessados por imposição da Lei Eleitoral e dos próprios candidatos. As regras impostas já vetam o direito à réplica para jornalistas. Agora, querem dar um passo atrás e proibir também as peguntas dos jornalistas. Nesse caso, para a Folha, fica sem sentindo organizar um evento sobre o qual não terá nenhuma influência para representar os direitos e interesses de seus leitores”, disse Dávila.